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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Retrospectiva 2018: Os Melhores Atores Coadjuvantes


A retrospectiva 2018 retorna agora para falar sobre as melhores atuações masculinas em personagens coadjuvantes. Confesso que foi uma lista difícil de fazer porque durante o ano tivemos atuações muito boas e chegar em 15 nomes foi quase impossível, mas espero que tenham gostado dos que, enfim, selecionei. Lembrando que tomei como base apenas os filmes lançados comercialmente entre janeiro e dezembro de 2018 aqui no Brasil. Se lembrarem de outros atores, fiquem a vontade para comentar!

quarta-feira, 21 de março de 2018

Crítica: Projeto Flórida (The Florida Project, 2017)

Muito além do mundo mágico. 

Por Fernando Labanca

Esnobado pela Academia, "Projeto Flórida" é apenas o segundo longa-metragem do diretor Sean Baker. É um indivíduo intrigante, que merece atenção e que continua a realizar um cinema inovador. Seu primeiro trabalho, "Tangerine", foi filmado por um iPhone e mostrava a dura realidade de uma transexual. Agora, ele volta a falar sobre minorias, sobre um universo a parte, sobre histórias e pessoas que não costumam ter voz. Sob a perspectiva de uma criança, Baker visita os terrenos fora do mundo mágico da Disney e toda a triste realidade existente além dos muros do parque, local que acolhe tantos turistas e dono de uma riqueza que não se vê fora dali. 

A pequena Moonee (Brooklynn Prince) vive com sua mãe (Bria Vinaite) em uma hospedagem à beira de estrada e ocupa seu tempo fazendo novas amizades, brincando pelos espaços do local e inventando, constantemente, um mundo de possibilidades, nem que para isso ela prejudique a vida dos outros, como cuspir em carros ou desligar a corrente de energia por pura diversão. Os conflitos começam quando os outros moradores passam a se incomodar com a criação que Moonee recebe de sua jovem mãe.


sexta-feira, 27 de junho de 2014

Crítica: A Culpa é das Estrelas (The Fault in Our Stars, 2014)

Adaptação do best seller de John Green, "A Culpa é das Estrelas" poderia até ser só mais uma trama sobre a adolescente com câncer que acaba se apaixonando. Sim, de certa forma, é mais uma sim. Entretanto, a trama acaba trazendo algumas mudanças nesta história tão batida, traz ideias inteligentes e bastante reflexivas. E mais do que tudo isso, tem o grande mérito de ser uma ótima adaptação, onde depois de muitas tentativas frustradas de ler e ver o filme, finalmente vejo uma obra que respeita não só o texto original, mas as sensações e a emoção que o livro trazia.

por Fernando Labanca

Hazel Grace (Shailene Woodley) é uma jovem que já convive com o câncer há alguns anos. Já se acostumou com a ideia de morrer e de que alguma hora tudo irá acabar, de repente, magoando aqueles que a cercam, como seus pais. E por causa deles, decide encarar um grupo de apoio ao lado de jovens que passam pela mesma fase complicada de sua vida. É lá que acaba conhecendo Augustus Waters (Ansel Elgort), um garoto galanteador e carismático. A amizade surge fácil e logo se apaixonam, mesmo que ambos tenham uma visão diferente sobre a doença, porém Hazel desde o início o alerta, é uma granada e a qualquer momento poderá explodir, mas nada faz com que ele se afaste, ainda mais quando Gus decide realizar o grande desejo de Hazel, encontrar com o autor de seu livro favorito e ter finalmente as respostas sobre a história que nas páginas não houve um fim.


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