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segunda-feira, 18 de abril de 2016

Crítica: Já Estou Com Saudades (Miss You Already, 2015)

Ótimo retorno da diretora Catherine Hardwicke (Aos Treze, Crepúsculo), que há anos não nos oferecia um bom filme. Doce e sem muitas novidades na trama, o longa se destaca por sua forte carga emocional e pela impecável atuação de Toni Collette. 

por Fernando Labanca

Conhecemos Milly (Collette) e Jess (Drew Barrymore). Amigas desde a infância, cada uma, porém, acabou seguindo um rumo diferente. Jess se casou e seguiu uma vida pacata ao lado do marido e depois de muitas tentativas, finalmente conseguiu engravidar. Enquanto isso, Milly também se casou, teve dois filhos e nada disso a impediu de viver loucamente cada segundo, até o instante em que é diagnosticada com câncer de mama e passa a reavaliar os excessos de sua intensa rotina. É neste momento, também, em que Jess prestes a ter seu primeiro filho, se coloca ao lado de sua melhor amiga, sendo o suporte que ela necessita. 


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Crítica: Orgulho e Esperança (Pride, 2014)

Indicado na categoria Melhor Filme - Comédia no Globo de Ouro deste ano, "Pride" é, definitivamente, um evento. Por ter passado despercebido aqui no Brasil, o longa não gerou expectativas e devido a isso, acaba se tornando uma grata surpresa, um privilégio para aquele que o encontrar.

por Fernando Labanca

A trama do filme fora baseada em fatos reais e nos leva ao ano de 1984, na consolidada Parada Gay em Londres, onde um grupo ativista de gays e lésbicas decide juntar dinheiro em prol da greve dos trabalhadores de minas que já estava em andamento. Na época, o governo de Margaret Thatcher estava prestes a avançar com o plano de destruir vinte minas de carvão, e como consequência disso, acabar com empregos e comunidades. Os mineiros, assim como os homossexuais da época, também faziam parte de um grupo minoritário, que precisavam enfrentar não só o governo, mas a mídia e o público em geral. É neste cenário que surge Joe (George MacKay), que acabara de completar vinte anos e frequenta sua primeira Parada, se deparando com estes ativistas que logo o fascinam, se encontra, longe da repressão de sua família. Liderados por Mark (Ben Schnetzer), esse grupo entra em contato com uma pequena comunidade de mineiros no País de Gales, decididos a doar o dinheiro e a voz diante da greve. No entanto, os membros deste pequeno vilarejo não se sentem confortáveis em receber apoio de gays e lésbicas, apesar de necessitarem de ajuda, o choque com essas pessoas vai contra a tudo o que acreditavam.


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Crítica: Agora e Para Sempre (Now is Good, 2012)

“Agora e Para Sempre” é daquelas obras que surgem sem ninguém notar e de repente você vê as pessoas comentando, recomendando. Pouco vi divulgação sobre ele e mal sabia do que se tratava, logo, me surpreendi. Conta, na verdade, uma história bastante comum e já relatada em outros filmes, no entanto, é feito com extrema sensibilidade por este competente diretor, Ol Parker (Imagine Eu & Você, 2005), que entrega alma a seus personagens e faz tudo com uma honestidade pouco vista em obras sobre o mesmo tema.

Por Fernando Labanca

Lançado diretamente nas locadoras, aqui no Brasil, “Now is Good” fora baseado no livro “Antes de Morrer” de Jenny Downham e conta a trajetória de Tessa (Dakota Fanning), uma jovem de 17 anos que sofre de leucemia em estágio terminal e como última meta de vida, decide fazer uma lista com tudo aquilo que não fez e deseja fazer antes de morrer, desde perder a virgindade até fazer uma tatuagem. Até que Tessa conhece seu novo vizinho, Adam (Jeremy Irvine, de "Cavalo de Guerra") que parece ser o salvador de todos os seus problemas, parece ser aquele elemento que faltava em sua vida, é aquilo que lhe dá sentido, e se entrega a essa relação mesmo sabendo que em breve teria um fim.


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