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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Crítica: Quando Te Conheci (Equals, 2016)

Distopia criada e dirigida por Drake Doremus e produzida por Ridley Scott, "Equals" traz a história de um casal que tenta encontrar amor em uma sociedade que oprime sentimentos. Qualquer semelhança com a realidade não é pura coincidência.

por Fernando Labanca

O aguardei por muito tempo pelo simples motivo de ter Doremus por trás do projeto. Diretor de "Like Crazy" (2011) e "Paixão Inocente" (2013), ele ainda foi responsável por realizar uma das coisas mais belas e românticas que vi nos últimos anos, a mini série "The Beauty Inside". Desde então, Drake se tornou um nome notável, há algo muito singelo e doce na forma como o diretor constrói suas ideias e fiquei curioso por vê-lo nesta ficção científica. É uma pena, porém, que seus trabalhos nunca tenham chance nos cinemas aqui no Brasil e "Equals" é outro lançado apenas em home vídeo.

Após um longo bombardeio que dizimou grande parte da população na Terra, nasce dos remanescentes um novo grupo de seres-humanos, os Equals, que vivem em harmonia dentro de um complexo que possui alta tecnologia. O que os difere é o fato de não terem mais nenhum tipo de emoção, os tornando seres pacíficos, justos e compenetrados em suas funções dentro daquele novo ecossistema. Eis que uma doença é detectada e qualquer pessoa que demonstre qualquer tipo de sentimento é diagnosticada com SOS (Switched-On-Syndrome), que por não haver cura, será banida da sociedade. É neste universo controlador que Silas (Nicholas Hoult) descobre ser portador da doença, mas acaba encontrando esperança quando percebe que Nia (Kristen Stewart), uma colega de trabalho, também possui sentimentos. Os dois se apaixonam e precisam encontrar maneiras de se envolver sem serem descobertos, logo que qualquer tipo de relação afetiva é proibida.


quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Crítica: Marcados Pela Guerra (Camp X-Ray, 2014)

Lançado em 2014, no Festival de Sundance, "Camp X-Ray" marca mais uma boa escolha de Kristen Stewart em sua carreira, além de revelar o talento do diretor estreante Peter Sattler.

por Fernando Labanca

Stewart interpreta Cole, uma jovem que resolve largar sua cidade pacata para realizar um trabalho como soldado na base de Guantánamo, em Cuba, anos após o atentado de 11 de setembro. Sua função, ao lado de outros iniciantes, é vigiar os detentos, que são mantidos presos por serem acusados de terrorismo, e que constantemente se rebelam ou tentam suicídio. Até que Cole começa, aos poucos, a desenvolver - proibidamente - uma relação de amizade com um dos detentos, Ali Amir (Peyman Maadi), que lhe chama a atenção por sua inteligência e por seu gosto pelas artes e leitura.

Durante seus anos de atividade, a prisão de Guantánamo, gerou bastante polêmica e sempre foi vista como algo abusivo e controverso. Era conhecida pela forma desumana como os soldados tratavam os detentos, além de receber diversas denúncias contra suas práticas ilegais. Logo, me surpreende e muito ver um filme norte-americano realizando um filme como este. Se recentemente, tivemos o desprazer de assistir o patriotismo exacerbado em obras como "Invencível" de Angelina Jolie e "Sniper Americano" de Clint Eastwood, que mostram, assim como de costume no cinema do país, uma visão conservadora e manipuladora sobre como seus soldados são heróis. "Marcados Pela Guerra" mostra uma nova perspectiva sobre o pós "11 de setembro", e mesmo com a simplicidade de um produto independente, revela um poder e uma coragem pouco vista, que tem a ousadia de não tomar um lado, de não criar vítimas nem vilões. O roteiro, sabiamente, mostra um pequeno evento e deixa com que as conclusões sejam tiradas por aqueles que assistem. É ousado, também, quando não teme fazer certas críticas, onde cada ataque de fúria do personagem Ali Amir, que é muçulmano, serve como um soco na cara, que não esconde sua crença de que os próprios americanos são os verdadeiros terroristas. O filme trabalha muito bem esta ideia de que existem pessoas e pessoas e de que o meio em que vivem não define caráter. É sobre o encontro dessas duas pontas opostas, desse homem, que no meio de acusados, se diz inocente e dessa mulher que tenta encontrar a dignidade dentro de si e dentro daquele em que passa a acreditar.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Crítica: Para Sempre Alice (Still Alice, 2014)

Baseado no livro escrito pela neurocientista Lisa Genova e Vencedor do Oscar 2015 de Melhor Atriz para Julianne Moore, "Para Sempre Alice" narra, de forma bastante realista, a luta diária de uma professora afetada pelo mal de Alzheimer.

por Fernando Labanca

Alice é uma talentosa e renomada professora de linguística, divide seu tempo entre o trabalho e os afazeres de casa, tentando sempre dar atenção a seu marido (Alec Baldwin) e seus três filhos, Anna (Kate Bosworth), Lydia (Kristen Stewart) e Tom (Hunter Parrish). A família, porém, é desestabilizada com o recente diagnóstico de Alice, que sofre, precocemente, pelo mal de Alzheimer. É então, que aos poucos, ela vai perdendo, cada dia mais, um pouco de si, são palavras que somem, nomes e costumes que se apagam, perdendo sua memória, e como consequência, sua própria identidade.

É um caminho bastante doloroso, este vivido por Alice, vendo sua própria vida ser apagada diante de si. A vergonha que tem perante os outros, o medo que sente por não ser mais a mesma com sua família e com aqueles que tanto ama e a força que demonstra ao tentar viver cada dia como se fosse o último. É sufocante assistir essa triste transição da personagem e o filme acerta e muito ao mostrar isso tão de perto, de forma tão honesta. São pequenos instantes, como Alice esquecendo onde deixou seu celular ou como quando passa a anotar coisas banais de seu dia-a-dia. É através desses pequenos detalhes que o tornam um projeto tão verdadeiro.


terça-feira, 24 de julho de 2012

Crítica: Na Estrada (On The Road, 2012)

Um dos candidatos na categoria Melhor Filme no último Festival de Cannes, o novo longa do brasileiro Walter Salles traz para as telas uma obra que eu diria inadaptável, publicada em 1957, "Pé na Estrada", a obra do norte-americano Jack Kerouac é considerado a bíblia da "geração beat" e uma das obras literárias para importantes do século XX. Serviu como grande influência da juventude dos anos 60 e relata como um diário a vida dos jovens da contracultura, que se perdiam em meio de sexo, drogas e jazz, que amavam a arte, a poesia, a literatura, que viviam à margem dos acontecimentos da época. Mais do que uma adaptação quase que impecável, mais do que um grande respeito à obra original, o que vemos é um filme belo, inspirador, e o que parecia impossível, tão complexo e poético quanto o livro.

por Fernando Labanca

Jack Kerouac, autor de livros, após viver o momento de sua vida que ele denominou como "vida na estrada", resolveu escrever num rolo de quilômetros de papel toda sua incrível jornada, sem respeitar parágrafos nem capítulos, ele colocou no papel tudo o que recordava. Seu livro, então, foge completamente do padrão, não há começo, meio e fim, é tudo linear, sem deixar de ser interessante, não há clímax, mas ainda assim surpreende. E o filme de Walter Salles logo de início tinha já um grande obstáculo, adaptar o inadaptável. Mais do que contar a trajetória de Jack, sua obra vai muito além de uma história, é sobre sentimentos, sensações, sobre as relações que ele tinha com as pessoas que ele se deparava em seu caminho. Uma tarefa nada fácil, e com o brilhante roteiro de José Rivera (com quem Salles trabalhou junto em "Diários de Motocicleta") e com produção de ninguém mais que Francis Ford Coppola, a equipe desenvolveu algo admirável, que para muitos seria impossível, logo que durante anos tentaram adaptá-lo, mas não conseguiram. Um filme que faz jus a sua obra original.

Conhecemos Sal Paradise (Sam Riley), o alter ego de Jack Kerouac, que após a morte de seu pai, tenta se concentrar para terminar seu livro, sem grandes inspirações. Eis que conhece, junto com seus outros amigos hipsters, Dean Moriarty (Garrett Hedlund), casado com uma jovem menor de idade, Marylou (Kristen Stewart), ele acabara de sair da prisão e vive sua vida como um grande vigarista, mais do que isso, ele vive uma vida sem limites e é ao lado dele que Sal inicia sua jornada na estrada. E durante vários meses, Sal e Dean de perdem numa louca viagem, sem destino, sem razão, conhecem pessoas, se apaixonam, abandonam, curtem a música, a poesia, numa época pós-guerra, onde os jovens estavam a procura de novas descobertas, experimentações, como sexo e drogas. E no meio disso tudo, eles crescem, uma longa jornada de autoconhecimento.



"Na Estrada" é um filme complicado de analisar. Ele se assemelha e muito ao livro e devido a isso pode assustar grande parte do público. Ele já inicia contando uma história, sem a necessidade de introduzir aquele que assiste a trama ou aos personagens. Tudo ocorre muito rápido e muitos ficarão sem entender as razões pelo qual tudo acontece. Isso é ruim pois ele afasta aqueles que nada conhecem sobre a obra, entretanto, isso acaba que sendo seu maior triunfo, pois vai muito além do que o cinema costuma mostrar, pois vai além do que esperamos de um filme comum, ele consegue traspor para a tela todo um pensamento, todo o sentimento que a obra original tinha, aquela que um dia inspirou toda uma geração. É belo o que Walter Salles realiza aqui, pois o roteiro poderia muito bem ter caído no lugar comum, ter colocado inúmeros clichês para contar a mesma história, ter criado um clímax e um final chocante. Mas não, ele vai contra aos padrões e assim consegue manter toda a beleza e originalidade de Jack Kerouac, longe de ser pretensioso, sendo complexo e emocionante sem ter a intenção, onde mantêm a simplicidade das cenas e a poesia dos diálogos.

A partir da narração em off do personagem principal, entramos a fundo em sua viagem, o filme nos convida a viver durante aqueles minutos a verdade que tenta mostrar. De diversas cidades norte-americanas, conhecemos inúmeros personagens, cada um com sua peculiaridade, cada com seu drama, todos vivendo um só ideal, a liberdade, a vontade de viver. E todos são mostrados de forma bastante convincente, e em poucos minutos nos afeiçoamos aos rostos que surgem, pois é tudo muito real, muito humano. Nós somos Sal Paradise, perdidos naquele universo e querendo desfrutar de tudo um pouco, seguindo atrás daqueles loucos, querendo ser loucos como eles, e assim como Sal, criamos em nós uma certa devoção à Dean Moriarty, ele passa a ser nosso ídolo, nos apaixonamos por ele. Essa conexão acontece justamente pela maneira como cada ser ali dentro da trama é desenvolvido, onde não há como definir ou chegar a alguma conclusão sobre nenhum personagem, criamos em nós uma certa curiosidade sobre cada um, são tão humanos, e por isso, complexos, que oscilam a cada instante, que surpreendem por seus atos. Além de tudo isso, a trama acontece como uma verdadeira viagem, ao som de boa música, da belíssima trilha sonora de Gustavo Santaolalla, auxiliada pelas belas paisagens devido a fotografia que também merece destaque. A direção de Walter Salles é bastante segura, consegue extrair o melhor de cada ator, o melhor de cada situação, parece conhecer aquele cenário como ninguém e faz tudo isso se tornar real, a intensa viagem de Jack e seus sentimentos, sua paixão pela vida, sua devoção pelos loucos, pela poesia, pela liberdade.


E toda essa realidade se torna ainda mais forte com este grande elenco. Sam Riley trás muita emoção e muita alma em seus poéticos diálogos e se sai muito bem como Sal Paradise, mas acaba sendo ofuscado por seu parceiro, que definitivamente rouba a cena, Garrett Hedlund, que faz de Dean Moriarty um personagem memorável, realiza belíssimas cenas, tem uma atuação segura e ousada, consegue demonstrar todo espírito aventureiro, toda aquela sede de vida, toda deliciosa loucura de Dean. A surpresa do filme fica para Kristen Stewart, que deixa de lado toda sua falta de expressão e encara sua personagem, como se renascesse, atua de verdade como se pela primeira vez ela tivesse a intenção de fazer algo bom, se joga na pele de Marylou, se mostra muito mais a vontade frente as câmeras. Já os coadjuvantes que surgem rapidamente pela trama conseguem em poucos minutos o que muitos atores não conseguem durante um filme inteiro, todos surpreendem e esbanjam talento, como Amy Adams, irreconhecível ao lado do sempre ótimo Viggo Mortensen. Kirsten Dunst provando mais uma vez trilhar o caminho certo em sua carreira, se mostrando cada vez mais talentosa. Nos emocionamos também com o desconhecido jovem ator Tom Sturridge, na pele do poeta Carlo, ainda vemos Alice Braga, bem a vontade em cena, Terrence Howard, Elizabeth Moss e o veterano Steve Buscemi, mais ousado do que nunca.

"Na Estrada" provavelmente dividirá o público, entre aqueles que o odeiam e aqueles que o amam. Não é nada convencional, nada que se possa ver com os amigos num final de semana para se divertir. É uma proposta nova, diferente, ousada. Um filme que resgata um idealismo, que resgata toda uma geração, que vai na contramão daquele cinema que se vende e segue no caminho daquele cinema raro, que não procura um final óbvio, que não procura personagens óbvios, que não tenta encontrar soluções e nem razões para fazer o público se sentir mais confortável. Pois é justamente o que a viagem de Jack Kerouac significava, um momento de experimentação, de uma vida livre, que não procura definições, era uma jornada sem destino, e o que para muitos pode parecer uma obra sem foco, vejo de forma contrária, que aliás, se visto apenas com os olhos, "On The Road" não passará de um filme vazio, é preciso entrar nesta estrada, entender as razões daqueles jovens e o contexto em que eles estavam inseridos, é preciso entender que existem outras maneiras de se fazer cinema, de se trazer conteúdo. Um dos melhores momentos de Walter Salles, um marco neste ano. Um filme acima de tudo, inspirador.

NOTA: 9,5


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Crítica: The Runaways- Garotas do Rock (The Runaways, 2010)

As garotas do rock! Na década de 70, "The Runaways" fora a primeira banda de rock composta somente por mulheres, numa época onde os homens ainda tinham mais oportunidades, e no cenário musical, jovens garotas decidem quebrar as regras e fazer algo novo, dar voz aquelas que nunca eram ouvidas!

por Fernando Labanca

Filme baseado nas memórias da vocalista Cherie Currie, que fora interpretada por Dakota Fanning, onde divide a tela com Kristen Stewart interpretando Joan Jett, a que deu início a banda e que retorna a suas lembranças como produtora executiva do longa. "The Runaways" fora escrito e dirigido pela iniciante Flora Sigismondi.

A trama tem início quando Joan Jett (Stewart), uma jovem apaixonada por música no ano de 1975, entra em contato com um famoso produtor musical, Kim Fowley (Michael Shannon), um excêntrico homem capaz de fazer loucuras pelo sucesso de suas criações e vê em Joan um futuro promissor, o surgimento de algo novo, uma banda de rock composta por mulheres. Entretanto, a banda necessitava de uma publicidade maior, ou seja, um rostinho bonito, é quando num bar, Kim conhece Cherie Currie (Fanning), loira, autêntica e de uma beleza admirável. Ela faz alguns testes com a nova banda, tem dificuldades, mas "The Runaways" tenta se adequar a ela. Porém, enquanto Cherie mergulha de vez nessa vida de fama e rock n' roll, tenta sobreviver com o alcoolismo de seu pai, além de ter que sobreviver com o fardo de ser a musa da banda e ver os holofotes todos virados para ela.

Confesso que tinha expectativas muito altas quanto a este filme, pelo trailer, pelo clima nostálgico, Dakota Fanning, que sempre admirei bastante, mas infelizmente, "The Runaways" foi um desperdício do meu precioso tempo, não houve nada que me prendesse na obra. Começando pela história, que não inova em nenhum aspecto, reúne todos os clichês possíveis de cinebiografias musicais, desde o envolvimento com drogas, passando pelo destaque do vocalista criando conflitos com os demais integrantes, fama subindo a cabeça, enfim, nada que filmes como "Quase Famosos" e "The Wonders" não tenha mostrado. Nem mesmo a presença feminina neste cenário consegue criar um interesse maior, o roteiro não explora esta novidade, ou melhor, o roteiro não explora nada, tudo acontece de forma batida, repetição de outras obras.

A trilha sonora até tenta dar mais ritmo ao longa, mas a trama é tão preguiçosa, que nenhum elemento é forte o suficiente para reverter o fiasco. O figurino é um dos poucos pontos positivos, além do clima criado para contar a história, desde os cenários, as locações. A diretora Flora Sigismondi, é iniciante, é até complicado julgá-la, mas é nítido que "The Runaways" precisava de uma mãozinha mais experiente, principalmente no desenvolvimento da história.

Mas a decepção maior foi nas atuações. Atuações que poderiam ter salvo o filme, mas não salvou, muito pelo contrário, foi o elemento que faltava para denominá-lo de péssimo. O que falar de Kristen Stewart? Consegue ser pior a cada trabalho que faz, o que me surpreende, para onde vai a experiência de cada filme que ela realiza? É interessante notar a diferença entre Joan Jett e Bella Swan, entretanto, ela não consegue transmitir a força necessária para compor a personagem, não há atitude de uma roqueira, ela não consegue encarar ninguém, nem mesmo com as atrizes com que contracena, falta mais garra e força de vontade em fazer um trabalho com mais qualidade. Dakota Fanning me decepcionou bastante também, é doce demais para Cherie Currie, a ponto de ser estranho vê-la em cenas sensuais ou em contato com drogas, não demonstra afinidade com isso, parece deslocada, também não tem atitude e durante o filme inteiro demonstra insatisfação e vontade de querer terminar logo a cena (o mesmo que eu sentia, aliás). Dois pares de olhos que nada expressam. No elenco, destaco somente Michael Shannon, versátil e surpreendentemente incrível em sua performance.

História fraca, clichê, dos piores, aliás, com atuações lamentáveis, diálogos vazios em cenas cansativas que me fez torcer para o filme terminar depois de 20 minutos assistindo. Parecia um projeto promissor, mas foi só aparência mesmo, "The Runaways- Garotas do Rock" peca pela preguiça, preguiça das atrizes e principalmente na criação de uma história mais original. Em nenhum momento nos faz compreender o porquê de ter virado um filme. Não recomendo.

NOTA: 3


sábado, 19 de junho de 2010

TOP 20: As Novas Faces de Hollywood

O ano começa, o ano termina. E assim, vimos astros e estrelas aparecerem nas telonas, mas quando acabam um projeto, desaparecem...ou se tornam cada vez mais famosos. Atores e atrizes novos chegam a cada estação, ou ainda há aqueles que há anos atuam mas só são reconhecidos em determinados momentos. Estou aqui para citar alguns desses nomes, astros que surgiram na mídia há pouco tempo, astros que surgiram há um bom tempo mas só agora atingiram o estrelato ou aqueles que prometem um bom futuro pelos bons novos projetos que fizeram recentemente.

por Fernando Labanca

20. Jeremy Renner


Começou a carreira fazendo comerciais de TV. Em 2003 fez seu primeiro grande projeto em S.W.A.T ao lado de Colin Farrel. Em 2008 participou de "O Assassinato de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford" e o elogiado terror "O Extermínio 2".

Mas foi em 2009 que Jeremy Renner saiu do anonimato, protagonizou o filme ganhador do Oscar desse ano, Guerra ao Terror, foi indicado a vários prêmios como Melhor Ator, mas saiu de mãos vazias, por outro lado, ficou conhecido e hoje se vê cercado de possíveis projetos futuros, como o Gavião Arqueiro no filme dos "Vingadores" que começa a ser filmado no ínicio do ano que vem.





19.Emma Stone



Começou a carreira aos 18 anos, no filme Superbad - É Hoje, como Jules, o motivo pelo qual toda a história acontece, ganhou notoriedade fácil, o filme conseguiu várias críticas positivas, além do fato, de ter tido uma atuação notável. Em 2008 conseguiu destaque mais uma vez na comédia "Casa das Coelhinhas" ao lado de Anna Faris. Em 2009 estreiou ao lado do galã Matthew McConaughey na comédia romântica "Minhas Adoráveis Ex-Namoradas". No mesmo ano, fora do grande circuito fez o filme independente "Paper Man" com Ryan Reynolds e Jeff Bridges.

Em 2009, conquistou o público e a crítica na comédia Zumbilândia, seu mais grandioso projeto, até então. A atriz promete, com toda a certeza, apesar do currículo pequeno já provou seu talento. Em 2010 protagonizará uma comédia, ainda sem nome para português "Easy A", além de um projeto ao lado de Steve Carrel "Crazy, Stupid Love", entre outros. Vamos esperar para ver...


18. Gemma Arterton


Começou a trabalhar fora das telas, foi vendedora de maquiagem!! Decidiu entrar numa escola de artes, fez teatro e participou de grandes projetos, inclusive uma peça de Shakspeare. Começou a carreira no cinema em 2007, mas ninguém percebeu! Até que em 2008 fez uma participação no filme de Guy Ritchie, Rocknrolla, mas só alcançou notoriedade como Bond Girl, em 2008 ao lado de Daniel Craig em Quantum of Solace, onde desbancou 500 candidatas...pois é, Gemma Arterton não é fraca não!

Mas a atriz foi além, se manteve afastada em 2009 participando de grandiosos projetos e que estourou em 2010, estou falando dos dois bluckbusters Fúria de Titãs e Príncipe da Pérsia, onde faz papel de destaque em ambos os filmes. Ou seja, se você for no cinema agora, você a verá em dois projetos e terá a chance de conhecê-la. Mas não espere muita coisa, a atriz está começando...ainda não chegou lá, mas com toda a certeza, está indo no caminho certo!


17. Chloe Moretz


A jovem Chloe começou a carreira bem cedo, por volta dos 8 anos de idade, em 2005, ganhou destaque em um de seus primeiros filmes, em "Horror em Amityville" fazendo a filha de Ryan Reynolds. Em 2006 participou na comédia "Vovó Zona 2" e devido ao talento indiscutível da jovem atriz, no mesmo ano teve uma participação na série "Desperate Housewives", sendo que um ano antes havia participado de outra série, "My Name is Earl". Em 2008 fez o suspense "O Olho do Mal" ao lado de Jessica Alba.

Mas só em 2008 que Chloe Moretz ganhou notoriedade, ao lado de Joseph Gordon -Levitt na comédia muito bem elogiada "(500) Dias Com Ela" no qual interpreta a irmã mais nova do personagem principal. Mas o estrelato oficial veio muito antes de seu mais novo projeto chegar: "Kick Ass: Quebrando Tudo", o sucesso do filme veio na internet e antes de estrear no cinema virou comentário em muitos sites e sua foto ficou conhecida, quem nunca viu a jovem "bem comportada" segurando uma grande arma pronta para cometer um assassinato? Sim, Chloe Moretz é a Hit Girl no filme baseado nos quadrinhos de Marc Miller, o mesmo de "O Procurado". Esperar para ver...


16. Anna Kendrick


Surgiu recentemente como coadjuvante na saga Crepúsculo, os olhos da mídia estavam voltados a todo o tempo para Kristen Stewart e Robert Pattinson, eis que surge num papel pequeno, Anna Kendrick. Até que a jovem resolveu arriscar em um outro projeto paralelo a saga...e deu muito certo.

No começo deste ano, estreiou o simpático filme de Jason Reitman, "Amor Sem Escalas", no qual Anna intrepreta Natalie ao lado de George Clooney e Vera Farmiga. Com sua personagem, a atriz conseguiu notoriedade do público e da crítica, conseguiu uma indicação como Atriz Coadjuvante no Oscar, Globo de Ouro e Bafta, saiu de mãos vazias, mas ganhou, sem dúvida, reconhecimento. Recentemente venceu o MTV Movie Awards na mesma categoria. Além de estar em Eclipse que estréia no final do mês, ainda tem mais 2 projetos até o final do ano, inclusive o "I'm With Cancer", filme com data prevista para 2011, com Angelica Huston, Seth Rogen, Bryce Dallas Howard e James McAvoy.


15. Malin Akerman


Modelo, "cantora" e também atriz, a bela de 32 anos (nem parece!!) traz um tipinho que já estamos cansados de ver na mídia, loira e bonita e que atira para todos os lados para alcançar a fama. Ok, vamos com calma, ela se firmou como atriz recentemente e foi mais longe do que muitos pensavam (inclusive eu), estreiou em 2000 em projetos pequenos, porém só saiu do anonimato em 2007 na comédia "Antes Só do que Mal Casado" ao lado de Ben Stiler em um papel de destaque, entretanto, a atriz acabou adquirindo muito mais destaque do que se planejava, simplesmente roubou todas as cenas do filme, o projeto se resume a ela, toda a graça e simpatia do longa é prenchida por Malin Akerman e quando sua personagem perde espaço, o filme perde toda a graça e termina muito mal.

Em 2008 fez, mais uma vez, com bastante competência a comédia romântica "Vestida Para Casar", mas seu maior projeto foi em 2009, sob a direção de Zack Snyder, Watchman, sua atuação é duvidosa, mas não chega a desapontar. Malin Akerman trabalhou ao lado de Ryan Reynolds no recente "A Proposta". Até onde vai tudo isso, não se sabe, mas a bela atriz já tem 4, sim, quatro, projetos para 2010!!





14. Aaron Johnson


Jovem ator, hoje com 20 anos, teve sua primeira aparição nas telonas em 2002 no filme "Bater ou Correr em Londres", interpretando Charlie Chaplin quando criança (??!!). Foi uma pequena participação e somente em 2006 conseguiu um papel de destaque no infantil "O Senhor dos Ladrões". No mesmo ano participou de "O Ilusionista".

Teve destaque no drama britânico "Nowhere Boy" filme de 2009 que retrata a infância e a juventude de John Lenon, onde Aaron o interpreta, o filme só chega no Brasil no final deste ano. Em 2010 fez ponta em "Educação" onde contracena com Carey Muligan, mas seu grande destaque fica para "Kick-Ass" onde protagoniza a história do garoto que decide ser herói mesmo não tendo super poderes. Atualmente, além de "Kick-Ass" também está em cartaz com o drama "Em Busca de Uma Nova Chance". O jovem está conquistando as telonas e está sendo cotado para alguns novos projetos, mas provavelmente estourará em outubro quando o já bastante comentado "Nowhere Boy" chegar...


13. Jonah Hill


Faz parte do "círculo de amigos" junto com Seth Rogen e o diretor, roteirista e produtos Judd Apatow, portanto sempre está ligado aos projetos dois dois, mesmo que por trás das telas. Fez participações em "O Virgem de 40 anos"(2005) , "Click"(2006) e "A Volta do Todo Poderoso" (2007). Fez uma participação um pouco maior em "Ligeiramente Grávidos (2007).
Ganhou notoriedade em 2007, no filme "SuperBad-É Hoje", protagonizando o filme e provando que é um grande ator cômico.

Este ano, diretamente para locadora, como coadjuvante, aparareceu em "Tá Rindo do Quê?" de Judd Apatow. Além desses projetos, Jonah Hill empresta sua voz para várias animações como "Horton" e "Como Treinar o Seu Dragão". Portanto, fiquem de olho, este ator ainda estará em muitos outros projetos...estará presente na continuação de "Zoolander" filme de 2001 que contará mais uma vez com Ben Stiller, também estará presente na continuação de "Caça Fantasmas". Além do esperado "Get Him to the Greek" que chega em setembro no Brasil, onde fará um estagiário que acompanha a turnê de um astro do rock!



12. Sam Worthington


O ator australiano fez vários papeis em seu país, mas só ficou conhecido ao estreiar o quarto filme da franquia "O Exterminador do Futuro" em 2009, o filme que foi mal criticado porém sua atuação, elogiada. No mesmo ano, Sam ganhou as telonas e reconhecimento mundial como protagonista do mais grandioso filme do ano passado e de maior bilheteria de todos os tempos, "Avatar" de James Cameron.

Sua carreira se dividiu entre antes e pós Avatar, depois do grande sucesso como Jake Sully, o ator foi convidado para vários projetos, inclusive no projeto que estreiou há pouco tempo, "Fúria de Titãs", entretanto sua atuação no filme foi fraca e o filme, de mau gosto. Com "O Exterminador...", "Avatar" e "Furia de Titãs", Worthington se consagra como um dos atores que mais lucraram nos últimos meses, agora é esperar para ver se esse estrelato dura muito tempo...


11. Emily Blunt


Começou sua carreira no teatro no qual ganhou alguns prêmios como Melhor Atriz. Fez projetos independentes e filmes para TV e não obteve muito sucesso. Eis que um papel cai como luva em suas mãos, a primeira assistente de Maryl Streep no popular "O Diabo Veste Prada", no filme, a atriz se revela e prova seu grande talento, ganha o público fácil com sua divertida Emily. Em 2007 participou de "O Clube de Leitura de Jane Austen" e "Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada" ao lado de Steve Carell e Dane Cook. Em 2009 estreiou "A Mente que Mente" ao lado de John Malkovich, além de outros projetos pouco conhecidos.

Este ano, Emily interpretou a mocinha de "Lobisomen" e está em cartaz com "A Jovem Rainha Vitória" que ganhou o Oscar de Melhor Figurino. Até 2011, a atriz já tem cerca de cinco projetos confirmados, como o suspense "The Adjustment Bureau" ao lado de Matt Damon e o novo projeto de Lasse Hallstrom "Salmon fishing in Yemen" onde contracenará com Ewan McGregor. Se depender de seu talento, a atriz vai muito longe...


10. Katherine Heigl


Mais conhecida por sua personagem em Grey's Anatomy, Katherine também construiu sua carreira fora da série. Em 1994, início da carreira, conseguiu papel de destaque na comédia "Meu Pai é um Herói", onde intrepreta a filha de Gerard Depardieu. Em 1998 fez uma participação em "Noiva do Chuck".

Mas seu reconhecimento veio em 2007 na comédia "Ligeiramente Grávidos" ao lado de Seth Rogen, o filme deu certo e o público e a crítica apostaram sua fichas de que a atriz sobreviveria bem fora de Grey's Anatomy. Com uma atuação convincente e bem sucedida, após o filme não lhe faltaram propostas e desde então sempre vemos seu rosto estampado nos cartazes de filmes, sempre comédia românticas, entre eles, em 2008 protagonizou "Vestida Para Casar" e em 2009 o popular "A Verdade Nua e Crua" ao lado de Gerard Butler. Esse ano veremos a atriz com "Killers", filme de Robert Luketic aonde atuará ao lado de Ashton Kutcher.

9. Saoirse Ronan


Começou sua carreira bem cedo, por volta dos 13 anos apareceu ao lado de Catherine Zeta-Jones em 2007, em "Atos que Desafiam a Morte" numa atuação notável, apesar do filme ser fraco. Em outro projeto fraco como "Nunca é Tarde para Amar" no qual interpreta a filha de Michelle Pfeiffer prova seu talento e chama bastante atenção com seu carisma e talento. Entretanto no mesmo ano, Saoirse surge nas telonas no perfeito "Desejo e Reparação" no qual interpreta Briony Tallis, rouba as cenas em que aparece e sobe ao topo das listas dos atores/atrizes mais promissores da época. Com sua atuação memorável é indicada ao Oscar e ao Globo de Ouro, sendo uma das atrizes mais jovens a alcançar tal privilégio.

Sua carreira alavancou, deixou de ser coadjuvante e virou protagonista. Em 2008 estreiou "Cidade das Sombras", mas em 2010, ela surge novamente para receber mais elogios para sua mais que excelente atuação em "Um Olhar do Paraíso", filme de Peter Jackson. O filme se resume a ela, a jovem atriz praticamente leva o filme nas costas. Uma atriz promissora com um futuro brilhante...



8. Robert Pattinson


Existem aqueles que o odeiam ou adoram. Mas é inegável, tive de admitir que o jovem ator está em seu melhor momento. Ator britânico que também arrisca como músico, fez algumas pontas em filmes para TV ou projetos desconhecidos. Ficou conhecido como Cedric no quarto filme de "Harry Potter", em 2005, desde então sua agenda nunca mais ficou vazia.

Ganhou maior destaque em 2008, em "Crepúsculo", repetindo sua personagem ano passado em "Lua Nova" e esse ano estará ele lá de novo com "Eclipse". Filme baseado nos best-sellers de Stephenie Meyer, onde ele interpreta o jovem vampiro Edward Cullen. Em 2008 fez "Uma Vida Sem Regras" e no mais famosinho, "Lembranças", deste ano. Tem alguns outros projetos paralelos a Saga Crepúsculo como o ainda inédito "Bel Ami" onde contracenará com Uma Thurman, entre outros...




7. Carey Mulligan


A jovem atriz promissora começou a carreira com o pé direito, num projeto de ninguém mais ninguém menos que Joe Wright, em "Orgulho e Preconceito", em 2005, um dos melhores filmes de romance dos últimos tempos. Seu papel foi pequeno, irmã da personagem de Keira Knightley, mas seu carisma encheu a tela e após sua aparição, convites não faltaram.

Participou de algumas séries, porém seu estrelato veio esse ano com a chegada de "Educação", indicado ao Oscar de Melhor Filme, e ela, Melhor Atriz, foi também indicada ao Globo de Ouro e ganhou o Bafta, merecidamente. Sua atuação é maravilhosa, seu carisma, inquestionável, tem algo que poucas atrizes de sua idade tem, é difícil definir bem o que é, mas entra em cena como uma atriz madura e cheia de experiência. Também participou de "Inimigos Públicos" em 2009. Hoje, Carey, aos 25 anos (com cara de 17) está com a agenda lotada, a atriz britânica tem cerca de 2 projetos até o final do ano. Está em cartaz atualmente com "Em Busca de Uma Segunda Chance", drama com Susan Sarandon e Pierce Brosnan. Está sendo citada como a nova Audrey Hepburn, que aliás está sendo cotada para a refilmagem de "My Fair Lady", filme de 1964, com Hepburn no papel principal.


6. Seth Rogen


Ator, comediante, produtor e escritor. Começou na adolescência fazendo stand-up comedy. Fez uma ponta em Donnie Darko, o visionário filme de 2001. Teve maior destaque em 2005, ao lado de Steve Carell em "O Virgem de 40 Anos".

O reconhecimento mesmo veio em 2007 na comédia "Ligeiramente Grávidos", onde provou de vez seu talento. No mesmo ano participou do também ótimo "Superbad". Em 2008, mais uma vez surpreendeu no interessante filme de Kevin Smith "Pagando Bem, Que Mal Tem?". Seu último papel de destaque foi ao lado de Adam Sandler, em "Tá Rindo do Quê?", onde o ator rouba as cenas de Sandler, uma de suas melhores performances. Ano que vem ele foge um pouco da comédia no drama "I'm With Cancer", além de interpretar o herói "Besouro Verde" ao lado da bela Cameron Diaz , Christoph Waltz e Tom Wilkinson, e dirigido por Michel Gondry, o filme está programado para estreiar no ínicio de 2011.


5. Zooey Deschanel


Atriz, cantora e compositora começou sua carreira com o pé direito, como coadjuvante num dos melhores filmes de Cameron Crowe, que marcou toda uma geração, "Quase Famosos" de 2000. A partir de então sua filmografia não parou mais, participando em filmes independentes ou com pequenas participações. Em 2003 ela fez "Prova de Amor" no qual foi muito elogiada e indicada ao Independent Spirit Award como Melhor Atriz.

Participou de "O Guia do Mochileiro das Galáxias" em 2005, "Ponte para Terabítia" (2007), e no filme de M.Nighty Shyamalan "Fim dos Tempos" em 2008. Ficou mais conhecida ao lado de Jim Carrey no ótimo "Sim Senhor" e no recente "500 Dias Com Ela" no qual tem uma atuação brilhante. Seu novo projeto é no filme "Idiot Brother" no qual interpretará a irmã de Elizabeth Banks e Emily Mortimer, o filme não tem data de estréia. Deschanel consegue, diferente de muitos, consagrar sua carreira de cantora e atriz, não que seja extremamente famosa, mas sabe lidar com muito profissionalismo as duas vertentes, sendo elogiada por ambas.


4. Bradley Cooper

Participou da série de TV "Alias" onde atuava ao lado da bela Jennifer Garner. Depois da série alcançou o estrelato aos poucos. Fez uma participação em 2006 em "Penetras Bons de Bico" e em outros filmes, mas somente ganhou destaque no começo do ano passado na comédia "Sim Senhor" onde fazia o melhor amigo de Jim Carrey. Não muito tempo depois surgiu na comédia romântica "Ele Não Está Tão Afim de Você".

Mas somente em "Se Beber Não Case" que ficou realmente conhecido, a comédia que faturou o Globo de Ouro de Melhor Filme este ano e trouxe o ator ao estrelato, e recentemente ganhou o MTV Movie Award de Melhor Ator Cômico. Recentemente estreiou a comédia romântica de Garry Marshall (Idas e Vindas do Amor) que reuniu um time de astros de Hollywood como Julia Roberts e Anne Hathaway. Está em cartaz com o filme "Esquadrão Classe A". O Carisma do ator é inegável e com seu bom currículo é capaz que sua fama chegue num lugar mais alto, uma das grandes apostas do futuro...


3. Zoe Saldana


Começou sua carreira como atriz após participar de um episódio de "Law & Order" em 1999. Em 2002 teve papel de destaque no filme de Britney Spears, "Crosswords", projeto arriscado mas que não atrapalhou o grande futuro que lhe aguardava. Fez ponta em "Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra" como a única pirata da atrapalhada tripulação de Jack Sparrow.

Em 2004, mostrou todo o seu carisma e beleza no filme de Steven Spielberg, "O Terminal". E em 2005 provou seu talento na comédia romântica "A Família da Noiva" que contracenava com Ashton Kutcher. Em 2008 fez participação no suspense policial "Ponto de Vista". Zoe Saldana ganhou notoriedade no ano passado em "Avatar" chegando no auge de sua carreira, a atriz mesmo sob os efeitos, convense bonito com sua personagem, e sua bela atuação é perceptível. Para completar ainda participou de outro grande sucesso, "Star Trek". Ainda está no elenco no inédito "Morte no Funeral" refilmagem do filme britânico e no esperado "Os Perdedores", está sendo cotada para viver a protagonista de "Columbiana" filme produzido por Luc Besson, além, é claro, de Avatar 2. Após o sucesso de Avatar, a atriz foi condecorada pela República Dominicana, país em que viveu grande parte de sua vida.


2. Amanda Seyfried


Começou como modelo, partiu para peças de ópera e hoje é estrela do momento. Seu primeiro papel de destaque nos cinemas foi em "Meninas Malvadas" em 2004 ao lado de Lindsey Lohan, onde interpreta uma loira ignorante, engraçadinha e muito simpática, muitos achavam que ela não saíria dali (Inclusive eu). Em 2006 ela entra para o seriado bastante elogiado, "Big Love", onde permanece até hoje. Também fez o ótimo "Alpha Dog" em 2007

Mas só ganhou sucesso no musical "Mamma Mia" em 2008, onde as pessoas olharam para ela e viram que a coadjuvante de "Meninas Malvadas" retornara e muito melhor, a jovem canta e atua como se estivesse brincando, praticamente protagoniza o simpático filme que conquistou o público. Em 2009, surge a comédia-terror, "Garota Infernal" num papel de bastante destaque novamente. Até que em 2010 a jovem atriz veio com tudo, começou o ano no filme de Lasse Hallstrom, "Querido John" e "O Preço da Traição" com Julianne Moore e Liam Neeson. E atualmente está em cartaz com a comédia romântica "Cartas Para Julieta", protagonizando mais uma vez. Para quem achou que Amanda Seyfried era só mais um rostinho bonitinho e com um corpo escultural que chegou do nada e sumiria do nada, se enganou completamente. A jovem atriz conquistou espaço nos cinemas e hoje sempre é cotada para novos projetos, logo que seus filmes deram certo em bilheteria e reconhecimento do público. Sua face marca a nova era de Hollywood e os novos astros que estampam cartazes com bastante frequência nos cinemas atualmente.


1. Kristen Stewart


Ganhou destaque muito cedo nos cinemas, ao lado Jodie Foster, no filme de David Fincher "O Quarto do Paânico" em 2002. Após o filme, a atriz não parou mais, sempre ligada a projetos mais infantis como "Segurem essas crianças" (2004) e "Zathura"(2005). Em 2007 voltou a chamar atenção em filmes como "Eu e as Mulheres" onde faz a filha de Meg Ryan e no excelente "Na Natureza Selvagem".

Em 2008 ganhou notoriedade no início da Saga Crepúsculo, como Bella Swan. E Em 2009 repetiu o papel em "Lua Nova" que fez mais sucesso ainda e por ele levou recentemente o "MTV Movie Award" de Melhor Atriz. No mesmo ano, Kristen participou de Férias Frustradas de Verão. Este ano, a jovem vem com mais força com Eclipse e o esperado "The Runaways" onde contracena com Dakota Fanning. Foi escalada ao novo filme do brasileiro Walter Salles, "Pé na Estrada", além do fato de estar sendo cotada para substituir Angelina Jolie na sequência de "O Procurado". Este ano, Kristen Stewart ganhou o Bafta na categoria "Atriz mais Promissora". Sua fama é inegável, a jovem conquistou o mundo nos últimos anos, está estampada em quase todas as revistas e suas notícias circulam fácil pela internet. É a estrela número 1, gostando ou não, isto é fato!

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