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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Crítica: O Lobo de Wall Street (The Wolf of Wall Street, 2013)

É de se esperar ver um bom filme de Martin Scorsese. Quando vamos ao cinema ou quando assistimos alguma raridade de sua brilhante filmografia, é difícil sentir decepção, portanto a expectativa em torno do diretor é sempre alta. Me surpreende, porém, depois de tantos anos dirigindo, ele conseguir realizar o que talvez seja um de seus melhores trabalhos, "O Lobo de Wall Street" vai além do que ser apenas mais um bom filme de Scorsese, ele já nasce como um clássico. É Excepcional. É uma obra-prima.

por Fernando Labanca

O longa conta o nascimento do grande império de Jordan Belfort, aquele que acredita que o dinheiro é a solução para todos os problemas. Jovem, ele já sonhava em estar em Wall Street e desfrutar do lucro ganho pelos corretores de ações, é onde conhece seu mentor, Mark Hanna (Matthew McConaughey), é também onde conhece a decadência, perdendo seu emprego assim que uma crise derruba Wall Street. Ainda acreditando em seu sucesso e com a lábia de um excelente vendedor, Jordan descobre as conhecidas penny stocks, ações de pequenas empresas que não valem nada, mas que aquele que vende ganha uma comissão cheia, uma atitude ilegal mas que o faz fundar, ao lado do amigo Donnie Azoff (Jonah Hill) e outros velhos parceiros, a Stratton Oakmont, uma corretora de ações que "vende lixo para lixeiros". Ganha fama nos jornais, conhecido como "O Lobo de Wall Street" e ganha também mais dinheiro do que precisa. E para passar as horas de sua vida fácil, Jordan se alimenta de seus vícios, das drogas e do sexo, da loucura da sua rotina, do amor pelo dinheiro, transforma sua vida e seu ambiente de trabalho em um verdadeiro circo, onde não existe certo ou errado. Vivendo uma vida sem limites, desfrutando de forma insana tudo o que o dinheiro pode pagar.


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Crítica: Django Livre (Django Unchained, 2012)

Já indicado ao Oscar 2013 de Melhor Filme, "Django Livre" marca o retorno de um dos diretores mais cultuados da atualidade, Quentin Tarantino. A cada cena, a cada diálogo, compreendemos o porquê dele ser visto como gênio, é a prova de que sua consagração não veio a toa. Poderia dizer que aqui ele realiza sua obra-prima, mas não farei, é como se diminuísse o valor de seus filmes anteriores, prefiro dizer que ele realiza mais um outro grande filme, tão bom quanto os outros, o que já é notável. Tarantino continua o mesmo, depois de tantos anos, ele ainda consegue construir obras magníficas, com muito estilo, sangue, humor e inteligência.

por Fernando Labanca

Dr. King Schultz (Christoph Waltz) é um caçador de recompensas, indo atrás dos criminosos mais perigosos dos Estados Unidos, porém para encontrar três irmãos assassinos ele precisa da ajuda de um escravo, um escravo bem específico, Django (Jamie Foxx), com "D" mudo, pois somente ele poderia reconhecer aqueles que o torturaram no passado. Prometendo-lhe a liberdade, os dois passam a trabalhar juntos quando Schultz reconhece o talento do ex-escravo em ser caçador, fazendo Django ser aquele odiado pelos negros, logo que era o único com roupa decente em cima de um cavalo e com uma arma nas mãos, capaz de se vingar de uma época que ele pretende não esquecer. E desta improvável união, ambos começam a fazer justiça e ganhar inúmeros inimigos, no entanto, Django ter algo a mais em mente, resgatar sua amada, Broonhilde (Kerry Washington) e para isso, ele e Dr.King mudam de identidade e vão parar em Mississipi, na mansão de Calvin Candy (Leonardo DiCaprio), um lugar onde escravos locais são treinados para lutar até morte e é lá onde está sua mulher e para tê-la de volta terão que manter a postura e conquistar este poderoso homem, o que eles não esperavam é que teriam que passar pela aprovação de outro ser, o fiel escravo de Calvin, Stephen (Samuel L.Jackson) que não confia em outro negro a não ser ele mesmo.


Confesso que antes de ver "Django Livre" o via como uma espécie de "Bastardos Inglórios" versão com escravos, talvez por ter Christoph Waltz no elenco e ter o mesmo clima de vingança e violência e o fato de eu simplesmente não ter gostado de "Bastardos" me fez ter um grande preconceito com este novo projeto de Tarantino, mesmo sendo fã admitido de "Kill Bill" e "Pulp Fiction". Acontece que queimei minha língua, já nas primeiras cenas deste novo filme, primeiro por Christoph Waltz, que me convenceu de imediato, não era mais o Coronel Hans Landa, e já provou ali, estava diante de algo totalmente novo. Definitivamente, superior ao seu longa anterior, com personagens mais convincentes, uma trama mais bem costurada e um roteiro muito mais dinâmico. E vemos mais uma vez, Tarantino se superando como roteirista e diretor, a verdade é uma só, estamos diante de mais um épico do diretor, mais um daqueles trabalhos que citaremos com um dos melhores que ele já realizou. É tudo muito incrível o que acontece ali na tela, o roteiro que já nos fisga na primeira cena e não nos deixa escapar até seu glorioso final. Sempre repleto de referências, desta vez, de western spaghetti se unindo a um tema bastante improvável, a escravidão no sul dos Estados Unidos na virada do século XVIII para o XIX. É até irônico do diretor se usar das referências de faroeste para retratar a história de dor e sofrimento da escravidão, sabendo que este tipo de "entretenimento" seria inaceitável para a época. São dois lados totalmente opostos onde Tarantino consegue domar com maestria. Sabe também dosar o drama daquela época e das pessoas envolvidas, sem claro, deixar seu humor de lado, que surge em momentos imprevisíveis, mas as piadas funcionam a todo tempo, e as encontramos em diálogos extremamente bem elaborados, rápidos e inteligentes, dignos de Tarantino.

O diretor sempre conseguiu, ao longo de sua carreira, reunir um elenco admirável e aqui não é diferente. Jamie Foxx, Christoph Waltz, Leonardo DiCaprio e Samuel L.Jackson dão simplesmente um show de interpretação, os quatro já merecem um Oscar, mesmo que somente os coadjuvantes Waltz e DiCaprio foram lembrados na premiação, e agora, depois de ter visto, aposto minhas fichas em Waltz. Jamie Foxx consegue no seu olhar e em suas expressões passar todo o ódio de seu personagem, parece haver toda uma trajetória de sofrimento e mesmo sem nunca sabermos o que ele passou, sabemos que ele tem motivos para se vingar, consegue ainda, passar um certo tom de inocência de Django, visto que ele nunca se comporta como deveria. Christoph Waltz, por sua vez, sabe o que faz em cena, sabe domar todo seus complicados e longos diálogos, trazendo verdade e uma divertida ironia a todos eles. Leonardo DiCaprio faz um vilão único, memorável, com trejeitos e ações imprevisíveis, e seu sarcasmo e carisma nos faz temer ainda mais suas atitudes. No entanto, quem mais me surpreendeu foi Samuel L.Jackson, que surge quase que irreconhecível, seja por seu andar lento, sua voz alterada, o ator se transforma completamente e o que parecia impossível depois de tantos anos de carreira, este é um de seus melhores momentos. Ainda vemos a bela Kerry Washington, que não desaponta, e participações como Jonah Hill, sempre ótimo e do veterano Franco Nero, conhecido no cinema por seus westerns spaghetti e também por já ter interpretado um Django em sua carreira, num filme italiano de 1966, personagem que inspirou Tarantino para este filme.

Mais do que um cinema de referências, Tarantino cria seu próprio estilo, sua própria maneira de contar uma história. Sabemos quando estamos diante de um filme dele, e apesar de seu maneirismo, não se limita como diretor, ainda é capaz de surpreender. "Django Livre" é uma obra fantástica, poderia escrever um único texto falando sobre os bons momentos do filme, porque há inúmeras sequências memoráveis, seja o primeiro encontro de Schultz com Django, seja a hilária armadilha dos mascarados ou a sangrenta batalha final, das cenas mais dramáticas e impactantes, do humor negro sarcástico, da bela construção de seus personagens, das cenas violentas e exageradas que não podem faltar quando se trata de Tarantino, da incrível fotografia, locações e figurinos, não deixando, é claro, de citar a maravilhosa e ousada trilha sonora. Enfim, é um conjunto de elementos que fazem de "Django Livre" um marco na carreira deste brilhante diretor. Esta é mais uma obra obrigatória de Quantin Tarantino, seja para quem admira seu modo único de fazer filme, seja para quem simplesmente procura uma obra de qualidade. Recomendo.

NOTA: 9,5




quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Crítica: Cyrus (Cyrus, 2010)

Filme independente, sucesso no Festival de Sundance e esteve entre as principais atrações da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo ano passado. Tem a direção de Jay e Mark Duplass e conta com atuações de John C.Reilly, Marisa Tomei e Catherine Keener, além do jovem Jonah Hill, mais conhecido por fazer comédia, surpreendendo num papel mais complexo.

por Fernando Labanca

O filme é uma mistura interessante e bastante original de comédia e drama, foge bastante do padrão "Festival Sundance", com aquelas situações batidas de problemas familiares com um tom "indie". Aqui, há uma situação bem inusitada e o roteiro nos permite presenciar cenas fora do comum.

Conhecemos John (C.Reilly), um homem divorciado mas que ainda mantém uma relação saudável com sua ex (Keener), que por sua vez, seguiu com sua vida e tenta encontrar maneiras de incentivá-lo a seguir também. Numa dessas tentativas, o leva para uma festa entre amigos, lá, John conhece Molly (Tomei) e não demora muito para perceber o quão especial ela era. Não levando muito jeito com mulheres, ele acaba a seguindo, descobrindo seu endereço, mas dessa péssima idéia acaba que conhecendo o filho dela, Cyrus (Jonah Hill). E deste inusitado encontro, surge uma estranha amizade, estranha, pois Cyrus é tudo menos normal.

Molly aprova o envolvimento dos dois e sente feliz por poder dividir seu espaço com os dois homens de sua vida, é quando ela decide dar um próximo passo, levar John para morar em sua casa. A partir de então, ele acaba conhecendo o estranho mundo de Molly e Cyrus, costumes bizarros e atitudes incompreensíveis, percebendo, assim, que o filho dela é uma espécie de psicopata, que o persegue e em suas costas tenta estragar a relação dele com sua mãe. E dentro destre excêntrico lar, vai nascer uma guerra silenciosa, uma luta por território e por ter um espaço maior na vida desta adorável mulher.


"Cyrus", assim como o personagem título, é tudo menos normal, uma obra bastante original, seja na construção dos personagens, seja no desenvolvimento do roteiro e nos diálogos bem interessantes. É um filme um tanto quanto inovador no quesito filmes independentes, se arrisca mais do que o normal, segue por caminhos não muito óbvios para elaborar uma história única. Lendo a sinopse, parece algo batido, mas vendo o desenvolver de toda a trama, é perceptível a originalidade da obra. É uma mistura de humor com drama, numa história bizarra levada a sério, nunca sabemos ao certo se devemos rir das situações, mas a experiência é interessante.

A construção de Cyrus, personagem de Jonah Hill é de uma inteligência rara nos cinemas, complexo e cheio de nuances, nunca conseguimos compreender quem é exatamente este ser, e o desenvolver brilhante de seu papel é a grande chave do longa, nos prende por tentar entender e chegar a alguma conclusão sobre sua diferente personalidade e seu caráter duvidoso. E no final, sua atitude surpreende, construindo então, um personagem um tanto quanto marcante, não só na carreira de Jonah Hill mas também no gênero.

Jonah Hill, aliás, me surpreendeu demais, jovem ator que desde algum tempo vem chamando atenção em Hollywood, principalmente por seus papéis cômicos e sua incrível versatilidade no estilo, aqui, ele vai além, muito além, tem uma atuação fantástica e consegue perfeitamente transmitir as oscilações de Cyrus e devido a sua performance o filme se torna superior. John C.Reilly é sempre ótimo, e marca aqui mais uma atuação notável. Marisa Tomei também ótima, mas o desenvolver de Molly é mais fraco que os demais personagens, criando um certo desinteresse do público para com ela, entretanto, as cenas de John e Molly são adoráveis e há uma boa química com todo o elenco. Ainda tem a musa veterana do cinema independente, Catherine Keener, não há como questionar, é sempre bom vê-la em cena, mesmo que numa participação.

Trilha sonora boa, direção de Mark e Jay Duplass interessante, optaram por fazer um filme com um tom mais caseiro, com direito a câmera na mão, e assim como outras obras que aderiram tal método de se filmar, a dupla de diretores consegue transmitir mais realismo e mais intensidade para a obra, mesmo que se tratando de situações bizarras. Faltou um pouco mais de ritmo, há passagens bem cansativas, além de não emocionar como deveria nem divertir como pretendia. No final, acaba que sendo uma experiência boa, por ser nova, original, mas que não fica na memória por muito tempo.

NOTA: 7



quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Cinema: Megamente (Megamind, 2010)

A mais nova animação da DreamWorks é diversão garantida, com um roteiro bastante original e inteligente, ou seja, longe de ser um entretenimento barato!

por Fernando Labanca

Predestinação, uma vida que era para ser, já estava escrito, assim era o destino do ser misterioso que veio para nosso planeta, se auto denominou de "Megamente" e nasceu para ser vilão. Quando chegou à Terra, acabou caindo numa prisão, onde teve os primeiros contatos com a maldade, ia para a escola, mas era ridicularizado pelos demais, por ser azul e ter uma cabeça enorme, é onde conhece o seu arqui-inimigo, um garoto bonito, inteligente e adorado por todos. Este, quando cresceu, se tornou o Metroman (Brad Pitt), o herói de Metro City, enquanto o outro, se tornou o mais terrível de todos os vilões, o Megamente (Will Ferrell) ao lado de seu fiel amigo, o Criado (David Cross).

Os anos se passaram, e Megamente já não era mais tão temido assim, suas maldades caíram na rotina, ele fazia coisas ruins para a população, principalmente para réporter Roxanne (Tina Fey), alvo preferido dele, e o Metroman a salvava, que devido sua adoração, ganha um Museu, até que no dia de sua inauguração, para surpresa de todos, perde uma batalha com Megamente e morre. Megamente ganha notoriedade, começa a roubar tudo o que queria, e assim como o desejo de todo vilão, dominar toda a cidade.

É quando se pergunta, e agora? Percebendo que ainda não estava feliz, chega a conclusão de que não existe um vilão sem um herói, e para isso, transforma um ex-cinegrafista, Hal (Jonah Hill) em super herói. Hal era um zero a esquerda e apaixonado por Roxanne, que por sua vez não lhe dava atenção, e percebe que ser um herói poderia enfim conquistá-la. Até que por incidente, Megamente, com seu "relógio" que o transforma em outras pessoas, acaba se transformando em Bernard, um funcionário do Museu e nisso, acaba conhecendo a bela repórter, e para sua surpresa, acaba se apaixonando, e tem a chance de tê-la por perto, logo que ela nunca se apaixonaria por alguém azul de face estranha.

Tudo muda para Megamente, está apaixonado e treinando Hal, o que ele não esperava é que Hal descobre que Roxanne está com outro e somando com o fato de que ser herói não o levaria para lugar algum, percebe que ser vilão é o que há. E nessas crises de identidades, onde o homem predestinado a ser herói morre, o cara que supostamente deveria se transformar em herói se torna o vilão, e Megamente que deveria ser o vilão, percebe que predestinação não é tudo, o destino, na verdade, é aquilo que ele escolhe.



Do diretor Tom McGrath, o mesmo de Madagascar e Madagascar 2, faz desta animação, uma das mais interessantes que surgiram recentemente, isso, devido principalmente ao roteiro bastante criativo, cheio de inovações e surpresas. Outro ponto que faz de "Megamente" um sucesso, são as personagens, Megamente é hilário, muito interessante, conhecemos durante os minutos de filme toda sua trajetória e torcemos por ele e até nos emocionamos com ele, mesmo sabendo que ele é o vilão, e este acredito que seja o grande triunfo do filme, conseguir com competência inverter os papéis, quebrando o arquétipo do vilão, e o transformando num ser adorável sem deixar de fazer maldades. Além dele, há seu amigo, o Criado, outro ser divertidíssimo, dono de cenas hilárias, e a doce repórter Roxanne, a mocinha muito bem inserida na trama, não sendo aquela chata que sempre é alvo, mas alguém que faz parte da história e até torcemos por ela.

A trilha sonora completa o show, com canções clássicas de AC/DC e Elvis Presley, até as instrumentais que fazem das cenas ainda melhores pelo sempre ótimo compositor Hans Zimmer. Além das locações, dos cenários, dos feitos, dignos de um filme de herói, uma animação caprichada que se esforça bem nas cenas de ação, além do 3D muito bem inserido no filme, que aliás, vale muito a pena vê-lo desta forma.

"Megamente" é uma animação, mais uma vez, indicada para todas as idades, logo que os já crescidos não se decepcionarão com toda a certeza! Um filme divertido, com boa piadas que faz rir fácil em todas as situações, além de um roteiro bem escrito que nunca se permite derrapar sempre tendo uma surpresa durante o longa, fugindo sempre do óbvio. Além de questões interessantes que o filme aponta, desde a ricularização que o personagem sofre na escola por ser diferente e como isso afetou toda sua vida, levantando aquela idéia de que os outros o transformaram num vilão, nos fazendo refletir sobre como nossa relação com outro pode lhe afetar, as maldades de algumas pessoas podem ser uma resposta daquilo que elas viveram. Além das clássicas, seja quem você é, o destino é você quem faz, tudo depende de suas escolhas, e aquilo que define o ser humano não é sua aparência, mas sim suas atitudes. Enfim, um belo filme, com boas intenções, que vale muito a pena ver! Recomendo, muito mais do que apenas entretenimento para um final de semana, mas um filme para se rever muitas outras vezes.

NOTA: 9,5

sábado, 19 de junho de 2010

TOP 20: As Novas Faces de Hollywood

O ano começa, o ano termina. E assim, vimos astros e estrelas aparecerem nas telonas, mas quando acabam um projeto, desaparecem...ou se tornam cada vez mais famosos. Atores e atrizes novos chegam a cada estação, ou ainda há aqueles que há anos atuam mas só são reconhecidos em determinados momentos. Estou aqui para citar alguns desses nomes, astros que surgiram na mídia há pouco tempo, astros que surgiram há um bom tempo mas só agora atingiram o estrelato ou aqueles que prometem um bom futuro pelos bons novos projetos que fizeram recentemente.

por Fernando Labanca

20. Jeremy Renner


Começou a carreira fazendo comerciais de TV. Em 2003 fez seu primeiro grande projeto em S.W.A.T ao lado de Colin Farrel. Em 2008 participou de "O Assassinato de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford" e o elogiado terror "O Extermínio 2".

Mas foi em 2009 que Jeremy Renner saiu do anonimato, protagonizou o filme ganhador do Oscar desse ano, Guerra ao Terror, foi indicado a vários prêmios como Melhor Ator, mas saiu de mãos vazias, por outro lado, ficou conhecido e hoje se vê cercado de possíveis projetos futuros, como o Gavião Arqueiro no filme dos "Vingadores" que começa a ser filmado no ínicio do ano que vem.





19.Emma Stone



Começou a carreira aos 18 anos, no filme Superbad - É Hoje, como Jules, o motivo pelo qual toda a história acontece, ganhou notoriedade fácil, o filme conseguiu várias críticas positivas, além do fato, de ter tido uma atuação notável. Em 2008 conseguiu destaque mais uma vez na comédia "Casa das Coelhinhas" ao lado de Anna Faris. Em 2009 estreiou ao lado do galã Matthew McConaughey na comédia romântica "Minhas Adoráveis Ex-Namoradas". No mesmo ano, fora do grande circuito fez o filme independente "Paper Man" com Ryan Reynolds e Jeff Bridges.

Em 2009, conquistou o público e a crítica na comédia Zumbilândia, seu mais grandioso projeto, até então. A atriz promete, com toda a certeza, apesar do currículo pequeno já provou seu talento. Em 2010 protagonizará uma comédia, ainda sem nome para português "Easy A", além de um projeto ao lado de Steve Carrel "Crazy, Stupid Love", entre outros. Vamos esperar para ver...


18. Gemma Arterton


Começou a trabalhar fora das telas, foi vendedora de maquiagem!! Decidiu entrar numa escola de artes, fez teatro e participou de grandes projetos, inclusive uma peça de Shakspeare. Começou a carreira no cinema em 2007, mas ninguém percebeu! Até que em 2008 fez uma participação no filme de Guy Ritchie, Rocknrolla, mas só alcançou notoriedade como Bond Girl, em 2008 ao lado de Daniel Craig em Quantum of Solace, onde desbancou 500 candidatas...pois é, Gemma Arterton não é fraca não!

Mas a atriz foi além, se manteve afastada em 2009 participando de grandiosos projetos e que estourou em 2010, estou falando dos dois bluckbusters Fúria de Titãs e Príncipe da Pérsia, onde faz papel de destaque em ambos os filmes. Ou seja, se você for no cinema agora, você a verá em dois projetos e terá a chance de conhecê-la. Mas não espere muita coisa, a atriz está começando...ainda não chegou lá, mas com toda a certeza, está indo no caminho certo!


17. Chloe Moretz


A jovem Chloe começou a carreira bem cedo, por volta dos 8 anos de idade, em 2005, ganhou destaque em um de seus primeiros filmes, em "Horror em Amityville" fazendo a filha de Ryan Reynolds. Em 2006 participou na comédia "Vovó Zona 2" e devido ao talento indiscutível da jovem atriz, no mesmo ano teve uma participação na série "Desperate Housewives", sendo que um ano antes havia participado de outra série, "My Name is Earl". Em 2008 fez o suspense "O Olho do Mal" ao lado de Jessica Alba.

Mas só em 2008 que Chloe Moretz ganhou notoriedade, ao lado de Joseph Gordon -Levitt na comédia muito bem elogiada "(500) Dias Com Ela" no qual interpreta a irmã mais nova do personagem principal. Mas o estrelato oficial veio muito antes de seu mais novo projeto chegar: "Kick Ass: Quebrando Tudo", o sucesso do filme veio na internet e antes de estrear no cinema virou comentário em muitos sites e sua foto ficou conhecida, quem nunca viu a jovem "bem comportada" segurando uma grande arma pronta para cometer um assassinato? Sim, Chloe Moretz é a Hit Girl no filme baseado nos quadrinhos de Marc Miller, o mesmo de "O Procurado". Esperar para ver...


16. Anna Kendrick


Surgiu recentemente como coadjuvante na saga Crepúsculo, os olhos da mídia estavam voltados a todo o tempo para Kristen Stewart e Robert Pattinson, eis que surge num papel pequeno, Anna Kendrick. Até que a jovem resolveu arriscar em um outro projeto paralelo a saga...e deu muito certo.

No começo deste ano, estreiou o simpático filme de Jason Reitman, "Amor Sem Escalas", no qual Anna intrepreta Natalie ao lado de George Clooney e Vera Farmiga. Com sua personagem, a atriz conseguiu notoriedade do público e da crítica, conseguiu uma indicação como Atriz Coadjuvante no Oscar, Globo de Ouro e Bafta, saiu de mãos vazias, mas ganhou, sem dúvida, reconhecimento. Recentemente venceu o MTV Movie Awards na mesma categoria. Além de estar em Eclipse que estréia no final do mês, ainda tem mais 2 projetos até o final do ano, inclusive o "I'm With Cancer", filme com data prevista para 2011, com Angelica Huston, Seth Rogen, Bryce Dallas Howard e James McAvoy.


15. Malin Akerman


Modelo, "cantora" e também atriz, a bela de 32 anos (nem parece!!) traz um tipinho que já estamos cansados de ver na mídia, loira e bonita e que atira para todos os lados para alcançar a fama. Ok, vamos com calma, ela se firmou como atriz recentemente e foi mais longe do que muitos pensavam (inclusive eu), estreiou em 2000 em projetos pequenos, porém só saiu do anonimato em 2007 na comédia "Antes Só do que Mal Casado" ao lado de Ben Stiler em um papel de destaque, entretanto, a atriz acabou adquirindo muito mais destaque do que se planejava, simplesmente roubou todas as cenas do filme, o projeto se resume a ela, toda a graça e simpatia do longa é prenchida por Malin Akerman e quando sua personagem perde espaço, o filme perde toda a graça e termina muito mal.

Em 2008 fez, mais uma vez, com bastante competência a comédia romântica "Vestida Para Casar", mas seu maior projeto foi em 2009, sob a direção de Zack Snyder, Watchman, sua atuação é duvidosa, mas não chega a desapontar. Malin Akerman trabalhou ao lado de Ryan Reynolds no recente "A Proposta". Até onde vai tudo isso, não se sabe, mas a bela atriz já tem 4, sim, quatro, projetos para 2010!!





14. Aaron Johnson


Jovem ator, hoje com 20 anos, teve sua primeira aparição nas telonas em 2002 no filme "Bater ou Correr em Londres", interpretando Charlie Chaplin quando criança (??!!). Foi uma pequena participação e somente em 2006 conseguiu um papel de destaque no infantil "O Senhor dos Ladrões". No mesmo ano participou de "O Ilusionista".

Teve destaque no drama britânico "Nowhere Boy" filme de 2009 que retrata a infância e a juventude de John Lenon, onde Aaron o interpreta, o filme só chega no Brasil no final deste ano. Em 2010 fez ponta em "Educação" onde contracena com Carey Muligan, mas seu grande destaque fica para "Kick-Ass" onde protagoniza a história do garoto que decide ser herói mesmo não tendo super poderes. Atualmente, além de "Kick-Ass" também está em cartaz com o drama "Em Busca de Uma Nova Chance". O jovem está conquistando as telonas e está sendo cotado para alguns novos projetos, mas provavelmente estourará em outubro quando o já bastante comentado "Nowhere Boy" chegar...


13. Jonah Hill


Faz parte do "círculo de amigos" junto com Seth Rogen e o diretor, roteirista e produtos Judd Apatow, portanto sempre está ligado aos projetos dois dois, mesmo que por trás das telas. Fez participações em "O Virgem de 40 anos"(2005) , "Click"(2006) e "A Volta do Todo Poderoso" (2007). Fez uma participação um pouco maior em "Ligeiramente Grávidos (2007).
Ganhou notoriedade em 2007, no filme "SuperBad-É Hoje", protagonizando o filme e provando que é um grande ator cômico.

Este ano, diretamente para locadora, como coadjuvante, aparareceu em "Tá Rindo do Quê?" de Judd Apatow. Além desses projetos, Jonah Hill empresta sua voz para várias animações como "Horton" e "Como Treinar o Seu Dragão". Portanto, fiquem de olho, este ator ainda estará em muitos outros projetos...estará presente na continuação de "Zoolander" filme de 2001 que contará mais uma vez com Ben Stiller, também estará presente na continuação de "Caça Fantasmas". Além do esperado "Get Him to the Greek" que chega em setembro no Brasil, onde fará um estagiário que acompanha a turnê de um astro do rock!



12. Sam Worthington


O ator australiano fez vários papeis em seu país, mas só ficou conhecido ao estreiar o quarto filme da franquia "O Exterminador do Futuro" em 2009, o filme que foi mal criticado porém sua atuação, elogiada. No mesmo ano, Sam ganhou as telonas e reconhecimento mundial como protagonista do mais grandioso filme do ano passado e de maior bilheteria de todos os tempos, "Avatar" de James Cameron.

Sua carreira se dividiu entre antes e pós Avatar, depois do grande sucesso como Jake Sully, o ator foi convidado para vários projetos, inclusive no projeto que estreiou há pouco tempo, "Fúria de Titãs", entretanto sua atuação no filme foi fraca e o filme, de mau gosto. Com "O Exterminador...", "Avatar" e "Furia de Titãs", Worthington se consagra como um dos atores que mais lucraram nos últimos meses, agora é esperar para ver se esse estrelato dura muito tempo...


11. Emily Blunt


Começou sua carreira no teatro no qual ganhou alguns prêmios como Melhor Atriz. Fez projetos independentes e filmes para TV e não obteve muito sucesso. Eis que um papel cai como luva em suas mãos, a primeira assistente de Maryl Streep no popular "O Diabo Veste Prada", no filme, a atriz se revela e prova seu grande talento, ganha o público fácil com sua divertida Emily. Em 2007 participou de "O Clube de Leitura de Jane Austen" e "Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada" ao lado de Steve Carell e Dane Cook. Em 2009 estreiou "A Mente que Mente" ao lado de John Malkovich, além de outros projetos pouco conhecidos.

Este ano, Emily interpretou a mocinha de "Lobisomen" e está em cartaz com "A Jovem Rainha Vitória" que ganhou o Oscar de Melhor Figurino. Até 2011, a atriz já tem cerca de cinco projetos confirmados, como o suspense "The Adjustment Bureau" ao lado de Matt Damon e o novo projeto de Lasse Hallstrom "Salmon fishing in Yemen" onde contracenará com Ewan McGregor. Se depender de seu talento, a atriz vai muito longe...


10. Katherine Heigl


Mais conhecida por sua personagem em Grey's Anatomy, Katherine também construiu sua carreira fora da série. Em 1994, início da carreira, conseguiu papel de destaque na comédia "Meu Pai é um Herói", onde intrepreta a filha de Gerard Depardieu. Em 1998 fez uma participação em "Noiva do Chuck".

Mas seu reconhecimento veio em 2007 na comédia "Ligeiramente Grávidos" ao lado de Seth Rogen, o filme deu certo e o público e a crítica apostaram sua fichas de que a atriz sobreviveria bem fora de Grey's Anatomy. Com uma atuação convincente e bem sucedida, após o filme não lhe faltaram propostas e desde então sempre vemos seu rosto estampado nos cartazes de filmes, sempre comédia românticas, entre eles, em 2008 protagonizou "Vestida Para Casar" e em 2009 o popular "A Verdade Nua e Crua" ao lado de Gerard Butler. Esse ano veremos a atriz com "Killers", filme de Robert Luketic aonde atuará ao lado de Ashton Kutcher.

9. Saoirse Ronan


Começou sua carreira bem cedo, por volta dos 13 anos apareceu ao lado de Catherine Zeta-Jones em 2007, em "Atos que Desafiam a Morte" numa atuação notável, apesar do filme ser fraco. Em outro projeto fraco como "Nunca é Tarde para Amar" no qual interpreta a filha de Michelle Pfeiffer prova seu talento e chama bastante atenção com seu carisma e talento. Entretanto no mesmo ano, Saoirse surge nas telonas no perfeito "Desejo e Reparação" no qual interpreta Briony Tallis, rouba as cenas em que aparece e sobe ao topo das listas dos atores/atrizes mais promissores da época. Com sua atuação memorável é indicada ao Oscar e ao Globo de Ouro, sendo uma das atrizes mais jovens a alcançar tal privilégio.

Sua carreira alavancou, deixou de ser coadjuvante e virou protagonista. Em 2008 estreiou "Cidade das Sombras", mas em 2010, ela surge novamente para receber mais elogios para sua mais que excelente atuação em "Um Olhar do Paraíso", filme de Peter Jackson. O filme se resume a ela, a jovem atriz praticamente leva o filme nas costas. Uma atriz promissora com um futuro brilhante...



8. Robert Pattinson


Existem aqueles que o odeiam ou adoram. Mas é inegável, tive de admitir que o jovem ator está em seu melhor momento. Ator britânico que também arrisca como músico, fez algumas pontas em filmes para TV ou projetos desconhecidos. Ficou conhecido como Cedric no quarto filme de "Harry Potter", em 2005, desde então sua agenda nunca mais ficou vazia.

Ganhou maior destaque em 2008, em "Crepúsculo", repetindo sua personagem ano passado em "Lua Nova" e esse ano estará ele lá de novo com "Eclipse". Filme baseado nos best-sellers de Stephenie Meyer, onde ele interpreta o jovem vampiro Edward Cullen. Em 2008 fez "Uma Vida Sem Regras" e no mais famosinho, "Lembranças", deste ano. Tem alguns outros projetos paralelos a Saga Crepúsculo como o ainda inédito "Bel Ami" onde contracenará com Uma Thurman, entre outros...




7. Carey Mulligan


A jovem atriz promissora começou a carreira com o pé direito, num projeto de ninguém mais ninguém menos que Joe Wright, em "Orgulho e Preconceito", em 2005, um dos melhores filmes de romance dos últimos tempos. Seu papel foi pequeno, irmã da personagem de Keira Knightley, mas seu carisma encheu a tela e após sua aparição, convites não faltaram.

Participou de algumas séries, porém seu estrelato veio esse ano com a chegada de "Educação", indicado ao Oscar de Melhor Filme, e ela, Melhor Atriz, foi também indicada ao Globo de Ouro e ganhou o Bafta, merecidamente. Sua atuação é maravilhosa, seu carisma, inquestionável, tem algo que poucas atrizes de sua idade tem, é difícil definir bem o que é, mas entra em cena como uma atriz madura e cheia de experiência. Também participou de "Inimigos Públicos" em 2009. Hoje, Carey, aos 25 anos (com cara de 17) está com a agenda lotada, a atriz britânica tem cerca de 2 projetos até o final do ano. Está em cartaz atualmente com "Em Busca de Uma Segunda Chance", drama com Susan Sarandon e Pierce Brosnan. Está sendo citada como a nova Audrey Hepburn, que aliás está sendo cotada para a refilmagem de "My Fair Lady", filme de 1964, com Hepburn no papel principal.


6. Seth Rogen


Ator, comediante, produtor e escritor. Começou na adolescência fazendo stand-up comedy. Fez uma ponta em Donnie Darko, o visionário filme de 2001. Teve maior destaque em 2005, ao lado de Steve Carell em "O Virgem de 40 Anos".

O reconhecimento mesmo veio em 2007 na comédia "Ligeiramente Grávidos", onde provou de vez seu talento. No mesmo ano participou do também ótimo "Superbad". Em 2008, mais uma vez surpreendeu no interessante filme de Kevin Smith "Pagando Bem, Que Mal Tem?". Seu último papel de destaque foi ao lado de Adam Sandler, em "Tá Rindo do Quê?", onde o ator rouba as cenas de Sandler, uma de suas melhores performances. Ano que vem ele foge um pouco da comédia no drama "I'm With Cancer", além de interpretar o herói "Besouro Verde" ao lado da bela Cameron Diaz , Christoph Waltz e Tom Wilkinson, e dirigido por Michel Gondry, o filme está programado para estreiar no ínicio de 2011.


5. Zooey Deschanel


Atriz, cantora e compositora começou sua carreira com o pé direito, como coadjuvante num dos melhores filmes de Cameron Crowe, que marcou toda uma geração, "Quase Famosos" de 2000. A partir de então sua filmografia não parou mais, participando em filmes independentes ou com pequenas participações. Em 2003 ela fez "Prova de Amor" no qual foi muito elogiada e indicada ao Independent Spirit Award como Melhor Atriz.

Participou de "O Guia do Mochileiro das Galáxias" em 2005, "Ponte para Terabítia" (2007), e no filme de M.Nighty Shyamalan "Fim dos Tempos" em 2008. Ficou mais conhecida ao lado de Jim Carrey no ótimo "Sim Senhor" e no recente "500 Dias Com Ela" no qual tem uma atuação brilhante. Seu novo projeto é no filme "Idiot Brother" no qual interpretará a irmã de Elizabeth Banks e Emily Mortimer, o filme não tem data de estréia. Deschanel consegue, diferente de muitos, consagrar sua carreira de cantora e atriz, não que seja extremamente famosa, mas sabe lidar com muito profissionalismo as duas vertentes, sendo elogiada por ambas.


4. Bradley Cooper

Participou da série de TV "Alias" onde atuava ao lado da bela Jennifer Garner. Depois da série alcançou o estrelato aos poucos. Fez uma participação em 2006 em "Penetras Bons de Bico" e em outros filmes, mas somente ganhou destaque no começo do ano passado na comédia "Sim Senhor" onde fazia o melhor amigo de Jim Carrey. Não muito tempo depois surgiu na comédia romântica "Ele Não Está Tão Afim de Você".

Mas somente em "Se Beber Não Case" que ficou realmente conhecido, a comédia que faturou o Globo de Ouro de Melhor Filme este ano e trouxe o ator ao estrelato, e recentemente ganhou o MTV Movie Award de Melhor Ator Cômico. Recentemente estreiou a comédia romântica de Garry Marshall (Idas e Vindas do Amor) que reuniu um time de astros de Hollywood como Julia Roberts e Anne Hathaway. Está em cartaz com o filme "Esquadrão Classe A". O Carisma do ator é inegável e com seu bom currículo é capaz que sua fama chegue num lugar mais alto, uma das grandes apostas do futuro...


3. Zoe Saldana


Começou sua carreira como atriz após participar de um episódio de "Law & Order" em 1999. Em 2002 teve papel de destaque no filme de Britney Spears, "Crosswords", projeto arriscado mas que não atrapalhou o grande futuro que lhe aguardava. Fez ponta em "Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra" como a única pirata da atrapalhada tripulação de Jack Sparrow.

Em 2004, mostrou todo o seu carisma e beleza no filme de Steven Spielberg, "O Terminal". E em 2005 provou seu talento na comédia romântica "A Família da Noiva" que contracenava com Ashton Kutcher. Em 2008 fez participação no suspense policial "Ponto de Vista". Zoe Saldana ganhou notoriedade no ano passado em "Avatar" chegando no auge de sua carreira, a atriz mesmo sob os efeitos, convense bonito com sua personagem, e sua bela atuação é perceptível. Para completar ainda participou de outro grande sucesso, "Star Trek". Ainda está no elenco no inédito "Morte no Funeral" refilmagem do filme britânico e no esperado "Os Perdedores", está sendo cotada para viver a protagonista de "Columbiana" filme produzido por Luc Besson, além, é claro, de Avatar 2. Após o sucesso de Avatar, a atriz foi condecorada pela República Dominicana, país em que viveu grande parte de sua vida.


2. Amanda Seyfried


Começou como modelo, partiu para peças de ópera e hoje é estrela do momento. Seu primeiro papel de destaque nos cinemas foi em "Meninas Malvadas" em 2004 ao lado de Lindsey Lohan, onde interpreta uma loira ignorante, engraçadinha e muito simpática, muitos achavam que ela não saíria dali (Inclusive eu). Em 2006 ela entra para o seriado bastante elogiado, "Big Love", onde permanece até hoje. Também fez o ótimo "Alpha Dog" em 2007

Mas só ganhou sucesso no musical "Mamma Mia" em 2008, onde as pessoas olharam para ela e viram que a coadjuvante de "Meninas Malvadas" retornara e muito melhor, a jovem canta e atua como se estivesse brincando, praticamente protagoniza o simpático filme que conquistou o público. Em 2009, surge a comédia-terror, "Garota Infernal" num papel de bastante destaque novamente. Até que em 2010 a jovem atriz veio com tudo, começou o ano no filme de Lasse Hallstrom, "Querido John" e "O Preço da Traição" com Julianne Moore e Liam Neeson. E atualmente está em cartaz com a comédia romântica "Cartas Para Julieta", protagonizando mais uma vez. Para quem achou que Amanda Seyfried era só mais um rostinho bonitinho e com um corpo escultural que chegou do nada e sumiria do nada, se enganou completamente. A jovem atriz conquistou espaço nos cinemas e hoje sempre é cotada para novos projetos, logo que seus filmes deram certo em bilheteria e reconhecimento do público. Sua face marca a nova era de Hollywood e os novos astros que estampam cartazes com bastante frequência nos cinemas atualmente.


1. Kristen Stewart


Ganhou destaque muito cedo nos cinemas, ao lado Jodie Foster, no filme de David Fincher "O Quarto do Paânico" em 2002. Após o filme, a atriz não parou mais, sempre ligada a projetos mais infantis como "Segurem essas crianças" (2004) e "Zathura"(2005). Em 2007 voltou a chamar atenção em filmes como "Eu e as Mulheres" onde faz a filha de Meg Ryan e no excelente "Na Natureza Selvagem".

Em 2008 ganhou notoriedade no início da Saga Crepúsculo, como Bella Swan. E Em 2009 repetiu o papel em "Lua Nova" que fez mais sucesso ainda e por ele levou recentemente o "MTV Movie Award" de Melhor Atriz. No mesmo ano, Kristen participou de Férias Frustradas de Verão. Este ano, a jovem vem com mais força com Eclipse e o esperado "The Runaways" onde contracena com Dakota Fanning. Foi escalada ao novo filme do brasileiro Walter Salles, "Pé na Estrada", além do fato de estar sendo cotada para substituir Angelina Jolie na sequência de "O Procurado". Este ano, Kristen Stewart ganhou o Bafta na categoria "Atriz mais Promissora". Sua fama é inegável, a jovem conquistou o mundo nos últimos anos, está estampada em quase todas as revistas e suas notícias circulam fácil pela internet. É a estrela número 1, gostando ou não, isto é fato!

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