quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Os 20 Melhores filmes de 2017


Chegamos ao fim da retrospectiva 2017, agora falando sobre os melhores filmes que vi no ano. Como sempre digo, escolher apenas 20 títulos é uma tarefa difícil, onde acabo deixando alguns muito especiais de fora. Teve muita coisa marcante e espero ter sido justo, mas de qualquer forma, sintam-se livres para deixar nos comentários aqueles que vocês sentiram mais falta.


Lembrando que os filmes avaliados são apenas aqueles lançados entre janeiro e dezembro de 2017 aqui no Brasil, independente do ano em que foram lançados em seus respectivos países de origem. Para saber um pouco mais sobre o que houve nesses meses no cinema, fiz um apurado de tudo aquilo que se destacou [leia aqui]. Espero que gostem da lista, fiz com bastante carinho e caso não tenham visto algum título, deixo aqui também como dicas! Vamos lá!


MENÇÕES HONROSAS: Duas obras que não foram as melhores, mas que por alguma razão merecem um destaque especial. "Em Ritmo de Fuga" trouxe toda a agilidade, criatividade e energia de Edgar Wright, que entrega um produto cool e muito bem realizado. E a animação "Com Amor, Van Gogh", que revolucionou com uma técnica surpreendente, dando movimentos para frames pintados à óleo. Uma homenagem muito bonita e sensível ao pintor.




20. Mulher-Maravilha
de Patty Jenkins / EUA
Warner Bros.
Durou anos até que o projeto ganhasse as telas do cinema. A espera valeu a pena. Poucas vezes a DC Comics acertou tanto quanto acertou aqui. O humor funciona. O roteiro, muito bem escrito e desenvolvido, funciona. Os personagens, bem interpretados com um cativante time, funciona. É uma junção de elementos que, pelo cuidado de toda a equipe, deu certo e foi bonito de ver. Gal Gadot cumpriu seu papel e não poderia ter sido outra atriz para encarnar a Mulher Maravilha. Ela é uma mulher incrivel e trouxe um toque muito especial para a heroína. Ter uma outra mulher por trás de tudo isso, a diretora Patty Jenkins quebrou muitas barreiras e acabou transformando o que poderia ser um simples filme de ação em um manifesto de poder, a prova concreta de que mulheres merecem mais espaço na indústria cinematográfica. Merecem a chance, o destaque e o reconhecimento.




19. Moonlight: Sob a Luz do Luar
de Barry Jenkins / EUA
Diamond Films
Separado por três capítulos, acompanhamos a jornada de um garoto que cresceu negando a própria existência, ignorando seus desejos e lutando contra aqueles que não o aceitam. É uma história dura, intensa e nos atinge com muita força. A fotografia, os cortes, somado ao sensível olhar do diretor estreante Barry Jenkins, tornam "Moonlight" uma experiência única. E seus discursos de aceitação o tornam em um filme obrigatório, necessário aos novos tempos.




18. Uma Mulher Fantástica
de Sebastián Lelio / Chile, Alemanha, Espanha
Imovision
O drama chileno narra a história de uma transexual que tenta viver o luto ao perder o homem que amava, mas é impedida por todos aqueles que não são capazes de vê-la como ela é: Uma mulher. A jornada da protagonista é dolorosa e sentimos um constante desconforto durante o filme. É quase indigesto caminhar ao seu lado, ouvir o que ela ouve, vê-la sofrer e ser atacada. Justamente por isso é um produto tão necessário, pois coloca o público no lugar daquela mulher trans e nos faz refletir sobre tanta coisa. É incrível, também, o fato de termos uma atriz transexual como protagonista. Daniela Vega é uma revelação e espero que venha para ficar.




17. Como Nossos Pais
de Laís Bodanzky / Brasil
Imovision
O filme nacional escrito, dirigido e protagonizado por uma mulher, vem justamente para discutir o papel do sexo feminino na atual sociedade e com um texto bastante inspirado coloca em pauta, de forma madura, esta pressão existente naquela que precisa ser mãe, esposa e uma profissional exemplar no trabalho, o que denominam do "dilema da super mulher". É sobre uma jornada de auto descobertas, da filha que recebe de forma brusca a informação de que seu pai nunca foi, na verdade, seu pai. E na reflexão do seu papel dentro da própria família, começa a ver seu papel na sociedade de outra forma. É um estudo interessante, muito bem escrito e incrivelmente bem interpretado por Maria Ribeiro, que eleva o nível da produção. Do humor sarcástico ao belo drama que envolve, tudo funciona aqui, nos inspira e nos convida a ver com outros olhos paradigmas tão antigos de nossa história.




16. Lady Macbeth
de William Oldroyd / Reino Unido
California Filmes
Fui pronto para ver mais um romance de época com belos figurinos e aquele delicioso sotaque britânico. Que grande erro meu. "Lady Macbeth" tem bons figurinos sim, mas é muito mais que isso. Nos revela uma história bastante inusitada, de uma jovem que inserida em uma vida que não desejava, passa a manipular e a controlar pessoas para que seja dona do próprio destino, mesmo que para isso precise fazer coisas que vão contra sua índole. Uma protagonista forte, que ganha ainda mais força pela ótima atuação de Florence Pugh, que nos choca por suas estranhas e imprevisíveis atitudes e nos faz questionar se queremos ou não torcer por ela. Um filme curto, bem resolvido, objetivo e que vai direto ao ponto, sem enrolações e sem romantizar o que não precisa. É seco, tenso e provocativo, exatamente tudo o que não se espera de uma drama de época.




15. Quase 18
de Kelly Fremon Craig / EUA
Sony Pictures
É o filme mais delícia que vi em 2017. Aquele que me fez viajar no tempo e vivenciar uma vida que não é a minha, mas que me fez identificar com todas as dores e todas as alegrias da protagonista. A história de uma adolescente qualquer é a história de todos nós. Crescer não é uma tarefa fácil e o longa capta este sentimento de ruptura com bastante inteligência, humor e sensibilidade. Ganha ainda mais pontos pela ótima  atuação de Hailee Steinfeld, que aqui realiza um belo trabalho. É sempre muito bom quando uma obra compreende o que é ser jovem e trata com maturidade todos os receios e dramas de quem tem tando a viver pela frente. 




14. Z - A Cidade Perdida
de James Grey / EUA
Imagem Filmes
Tem filmes que me marcam por aquilo que senti no final. A lembrança que tenho quando os créditos subiram na tela do cinema foi de um sentimento misto, confuso até. Encantado por aqueles personagens e pela atmosfera muito única que o diretor James Grey construiu e ao mesmo tempo, atordoado, perturbado pelas questões abertas que deixa. A loucura presente no protagonista e esta fascinação que ele sente pelo desconhecido, por pisar na terra que jamais foi pisada nos preenche, nos inspira, faz crescer em nós este instinto aventureiro, esta curiosidade sobre o mundo, sobre povos, sobre novas culturas. É um filme de aventura como nenhum outro, justamente porque trás um olhar realista e bastante intimista. Uma obra simples, de proporções grandiosas. Charlie Hunnam, Tom Holland, Robert Pattinson e Sienna Miller entregam atuações surpreendentes, definitivamente, quatro nomes do cinema que deveriam ser levados mais a sério. 




13. A Guerra dos Sexos
de Jonathan Dayton e Valerie Faris / Reino Unido, EUA
Fox Film do Brasil
Fui pronto para ver um Oscar bait, aquela obra redonda para alcançar os prêmios da Academia. Não só não conquistou nenhuma indicação como provou ser muito mais que isso. É um filme obrigatório. Necessário aos novos tempos e as discussões que nos cercam atualmente. Seu debate feminista é muito real e muito bem pontuado, que ao revelar uma protagonista forte que luta por igualdade, nos faz, lá no fundo, ter mais esperança. Nos inspira e nos faz acreditar em um mundo mais ideal. Se destaca, também, porque Emma Stone e Steve Carell estão incríveis em cena e é bom demais vibrar pela jornada dessas personagens.




12. Dunkirk
de Christopher Nolan / EUA, França, Reino Unido
Warner Bros.
Christopher Nolan é um dos grandes cineastas ainda em atividade. É, talvez, o mais pretensioso e o mais audacioso também. A cada filme que ele entrega, não só é mais um acerto e mais um presente ao público, como uma prova de sua coragem como realizador. Há muitos filmes de guerra por aí e encontrar um novo olhar e um novo tom é muito difícil. "Dunkirk" não se assemelha a nenhum filme de guerra já feito, tem lá suas boas referências, mas não deixa de ser um produto único e marcante. Se tem uma palavra que resume bem a obra é imersão. Nolan e sua equipe capricham na produção e constroem um universo completamente imersivo. Nos coloca para dentro da ação e não nos permite sair nem por um segundo. Estamos na guerra junto com seus personagens, sentimos a dor e aquele sentimento de urgência, de querer fugir, de querer viver. Um trabalho de mestre. Uma experiência cinematográfica inigualável.




11. Fragmentado
de M.Night Shyamalan / EUA
Universal Pictures
Há sempre uma expectativa muito grande com cada retorno de M.Night Shyamalan. Parece que o público e a crítica espera ansiosamente sua volta a elite de Hollywood, enquanto o cineasta continua a fazer o que simplesmente acredita, sem se importar com a aceitação de sua criação. Sempre muito autêntico e autoral, Shyamalan enfim, realiza seu melhor filme em anos. Se trata de um thriller dos bons, que entrega um roteiro desafiador e repleto de excelentes surpresas. Completamente imprevisível, o longa é o palco perfeito para James McAvoy dar vida a diversas personalidades neste protagonista assombroso que sofre de um transtorno dissociativo de identidade e o ator dá um show de atuação. Com saídas inteligentes e reviravoltas surpreendentes, "Fragmentado" é um belo acerto na carreira Shyamalan.




10. Um Limite Entre Nós
de Denzel Washington / EUA
Paramount Pictures
Lembrando os palcos de um teatro, seus personagens crescem e precisam se enfrentar dentro de um pequeno espaço muito bem delimitado. Neste caso, dentro dos limites de uma casa, um homem e uma mulher surgem como um exemplo de casamento até que uma traição é anunciada. O embate aqui é surpreendentemente forte, verdadeiro e nos faz temer, constantemente, as consequências. Viola Davis e Denzel Washington são dois monstros da atuação e entregam momentos irreparáveis, arrebatadores. O texto é impecável e nos atinge como um doloroso e longo soco na cara. Não é teatro - apesar de ter sido baseado em um - mas vontade de levantar ao seu final e bater palmas não me faltaram.




09. Logan
de James Mangold / EUA
Fox Film do Brasil
"Logan" é um presente. Presente aos fãs da saga dos X-mens. Presente ao público que acompanhou medíocres filmes do Wolverine e finalmente foram recompensados. Presente ao Hugh Jackman que finalmente pode brilhar na pele do personagem que ele se doou por inteiro. James Mangold, que é um diretor com bons trabalhos no currículo, conseguiu provar o que queria quando adentrou ao universo dos heróis. Ele foi além da ação óbvia e entregou uma obra marcante, revigorante e de muita personalidade.





08. Silêncio
de Martin Scorsese / EUA, Itália, Japão, México

Imagem Filmes
De longe, a obra mais injustiçada e incompreendida do ano. É estranho esta recepção que teve ainda mais se tratando de um filme de Martin Scorsese. Sim, Scorcese teve um filme em 2017 e ninguém percebeu.  O longa narra a difícil jornada de dois padres jesuítas, brilhantemente interpretados por Andrew Garfield e Adam Driver, que são designados a encontrar o mentor deles (Liam Neeson), misteriosamente desaparecido no Japão, em uma época e local em que o catolicismo foi banido e qualquer manifestação de fé seria violentamente castigada. Há muita tensão em cena e Scorsese consegue imprimir com perfeição esta atmosfera assombrosa, onde a cada instante algo de terrível pode acontecer. Se trata de uma obra bastante distinta de sua filmografia, com longos instantes de silêncio e calmaria. Confesso que senti algo muito forte enquanto acompanhava a história, um sentimento muito intenso. Há cenas extremamente chocantes ao ponto de serem antológicas. O diretor tratou, este que é, seu projeto dos sonhos, com muito cuidado e é nítido a seriedade existente em todos os momentos. Poucos filmes me deixaram tão atordoado como este, estagnado, hipnotizado por cada ação.




07. A Criada
de Park Chan-Wook / Coréia do Sul
Mares Filmes
Um dos roteiros mais mirabolantes do ano. Há tantas reviravoltas que é impossível prever os passos dos personagens e de suas tramas que vão se entrelaçando, que vão sendo reveladas aos poucos e nos guiando para um final surpreendente. Dividido em três capítulos, em cada novo começo é uma forma nova de encarar o filme, nos prendendo e nos instigando a compreender aonde sua loucura e bizarrice vai nos levar. Provocativo, sedutor e bastante criativo, o diretor Park Chan-wook entrega mais uma obra fascinante, que encanta nossos olhos com seu visual deslumbrante e bagunça nosso cérebro com suas ideias fantásticas.




06. Bingo: O Rei das Manhãs
de Daniel Rezende / Brasil
Warner Bros.
Acho que a grande verdade é que ninguém esperava que uma cinebiografia sobre o Bozo daria tão certo e que no fim das contas, seria o filme nacional do ano. Denominado de "Bingo", o palhaço e apresentador teve uma jornada de altos e baixos, a história da fama e decadência que sempre funcionou no cinema e volta a funcionar perfeitamente aqui, sob a direção irreparável de Daniel Rezende. Vladimir Brichta se destaca na pele do protagonista e consegue transmitir, com precisão, todo o caos que era a mente de Arlindo Barreto, o homem por trás da máscara. O longa se aprofunda nesta crise de identidade, do homem que quer ser aplaudido por sua criação mas jamais pode revelar sua verdadeira face. É um estudo de personagem interessante, complexo e surpreendentemente bem desenvolvido. Mais um grande exemplar de cinema brasileiro!




05. Sete Minutos Depois da Meia-Noite
de J.A.Bayona / EUA, Espanha, Reino Unido
Diamond Films
Eu, definitivamente, não estava preparado para este filme. Pensei se tratar de uma fantasia com um monstro e só. O longa do diretor espanhol J.A.Bayona é uma mistura de sonho e pesadelo. Seu visual encanta, nos convida, nos hipnotiza. Sua história, por sua vez, cresce aos poucos e se utiliza de metáforas para contar a história de um garoto que teme perder a mãe, que sofre de uma doença terminal. O longa usa a fantasia para alcançar o coração do público e não só consegue, como nos atinge com força com toda sua sensibilidade, com todo este seu poder de empatia, de comoção. Seu final me desestruturou por completo, que quebrou e poucos filmes do ano passado me provocaram isso. É lindo, é mágico, é o cinema em sua melhor forma.




04. Blade Runner 2049
de Denis Villeneuve / EUA
Sony Pictures
Mexer com obras-primas do cinema é sempre muito arriscado. Desde quando anunciaram a sequência de Blade Runner, clássico da ficção científica de 82, tudo corria o risco de ser um grande e desnecessário insulto. Não foi. Definitivamente não foi. Sorte ter diretores tão ambiciosos como Denis Villeneuve, que depois de uma bela carreira em Hollywood, teve a coragem de pegar este projeto e fazer algo que ninguém esperava, um filme tão bom quanto o original. De longe, o visual mais belo do cinema em 2017, com uma fotografia de brilhar os olhos e uma produção que caprichou em cada pequeno detalhe. Ele não só eleva o padrão das ficções científicas, como quebra a sina de que clássicos não devem ser tocados. Villeneuve mexeu onde não devia e que bom que ele mexeu, fez um bem enorme para a sétima arte. "Blade Runner 2049" é aquele filme que não sabíamos que precisávamos.




03. Corra!
de Jordan Peele / EUA
Universal Pictures
Seja um filme de terror, seja uma comédia disfarçada, a verdade é que "Corra!", que foge de qualquer rotulação, é uma obra fantástica. Um texto primoroso que satiriza com bastante inteligência o racismo velado dentro de nossa sociedade. É assustador sim, porque é atual e porque dentro de suas fantasias, nos faz pensar na realidade. Muito bem interpretado por todo o elenco, o longa despontou o comediante Jordan Peele como uma inusitada revelação no cinema.




02. La La Land: Cantando Estações
de Damien Chazelle / EUA
Paris Filmes
Poderia ter sido só uma grande homenagem aos musicais, no entanto, o diretor Damien Chazelle, que tinha um sonho antigo de levar este projeto para as telas, vai muito além. Ele realiza um produto único, cheio de personalidade e entrega tudo como se fosse um veterano do cinema. Enquanto suas cores e movimentações fazem os olhos brilharem pela enorme qualidade técnica, sua trama aquece o coração e nos faz vibrar pela jornada de seus protagonistas. Como muitos disseram, "La La Land" é um filme sobre os sonhadores para os sonhadores. É encantador do começo ao fim, nos faz bem, nos inspira.




01. Manchester à Beira-Mar
de Kenneth Lonergan / EUA
Sony Pictures
É sempre difícil escolher o primeiro lugar e sinceramente nem me parece justo colocar um único filme do pedestal. Mas por uma questão de organização e por manter um "padrão" de listas, escolho por "Manchester à Beira-Mar". A questão é que esse filme foi um tiro. Eu realmente fui preparado para um feel good movie sobre família e redenção, assim como o trailer havia vendido. Não, não era. Nem de perto. Ao meu ver, temos aqui o melhor roteiro do ano, que me fez pensar e refletir sobre muita coisa, mesmo depois de ter terminado. Fiquei remoendo em minha mente aquela história, que não entrega respostas fáceis e não parece dar chances a seus personagens, ainda que desenvolva todo eles com um certo carinho e bastante sensibilidade. O filme traça uma investigação sobre o que faz daquele protagonista um ser tão miserável e tão solitário, tão desmotivado. No meio desses mistérios que rondam seu conturbado passado, ele precisa lidar com a morte do irmão e a informação de que teria que cuidar de seu sobrinho. São relações bastante complexas que vão sendo costuradas e tudo caminha para um final nada óbvio, inteligente e intenso, que nos atinge como um belo soco na alma. O diretor Kenneth Lonergan realiza um trabalho admirável e Casey Affleck entrega uma das atuações masculinas mais mancantes dos últimos anos, nos levando ao fundo do poço ao seu lado, sentindo suas dores, compreendendo seu silêncio. Fotografia, montagem, trilha sonora, tudo auxiliando para que "Manchester à Beira-Mar" se tornasse uma obra excepcional.


E para você? Qual o melhor filme de 2017?



2 comentários:

  1. Olá! Dessa lista de 20 filmes vi apenas 6... muito pouco! Preciso me esforçar pra tentar mudar esse placar, rsrsrs. Dessa meia dúzia à qual assisti, destaco "A Criada" e "Corra!". Simplesmente a-m-e-i esses dois filmes! Veremos se algum dos demais conquistará meu coração assim como aconteceu com os títulos que citei.

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    1. Gostei muito de Corra e A Criada também! Mas não tem problema não ter visto todos rsrs...deixo a lista como dica mesmo, pra quando quiser procurar por um filme, dar uma chances a esses aí. Espero que goste dos que ver!

      Obrigado pelo comentário!

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