quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Crítica: O Filme da Minha Vida (2017)

Nem toda estética é funcional.

por Fernando Labanca

Baseado no livro "Um Pai de Cinema" de Antonio Skármeta, "O Filme da Minha Vida" traz o ator Selton Mello de volta a direção. É uma empreitada que tem dado bem certo, precisamos ressaltar. "Feliz Natal" (2008) conquistou a crítica em seu ano de lançamento e "O Palhaço" (2011) chamou a atenção por sua belíssima produção. Aqui, ele retorna com um cinema ainda mais refinado, de bom gosto, belo em muitos sentidos. Cada frame capturado por sua câmera pode ser emoldurado e admirado facilmente. A direção de fotografia de Walter Carvalho se faz presente em cada sequência e é um trabalho notável do veterano. A iluminação, as cores e seus enquadramentos são um espetáculo visual e enchem nossos olhos. É tudo muito sensível também, feito com esmero e uma delicadeza visível em todos os instantes. Porém, apesar de tamanha qualidade estética, o filme da minha vida não pode ser feito apenas de beleza, é preciso conteúdo e isso, infelizmente, falta e muito aqui.


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Crítica: Corpo Elétrico (2017)

Premiado filme nacional e estreia do diretor Marcelo Caetano, "Corpo Elétrico" segue com uma trama despretensiosa, no entanto, se torna um filme obrigatório ao trazer uma visão inovadora sobre sexualidade, identidade e relacionamentos.

por Fernando Labanca

"Corpo Elétrico" parece não ter um roteiro definido. É feito de intenções, de encontros, de rotina. Um recorte de uma vida como qualquer uma, como a nossa, como a de um amigo querido. Apesar de focar na trajetória de Elias (Kelner Macêdo), um jovem paraibano de vinte e três anos que trabalha em uma loja de confecção de roupas em São Paulo, não podemos afirmar ser um estudo de personagem. O belo texto não está interessado em aprofundá-lo, mas sim em nos mostrar seu contato com outros indivíduos, pessoas que esbarram em seu dia-a-dia. É sobre um personagem encontrando outros personagens. É sobre este adorável ser vivendo na grande cidade, perdido a tantas opções, preso na rotina do trabalho, constantemente aberto a novas relações, aberto a ouvir o que os outros tem a lhe dizer, sempre assistindo de perto a evolução de cada um, mesmo que ele continue sem grandes planos, apenas aceitando como tudo segue.


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

20 filmes que precisamos ver até o fim do ano


Penso que 2017 não trouxe grandes filmes para o cinema, mas o ano ainda não acabou e podemos nos surpreender com obras que estão para lançar. Pensando nas pessoas, assim como eu, que não tinham muita noção do que estava por vir, reuni alguns títulos que me pareceram mais relevantes e que chegarão às telas grandes aqui no Brasil ainda este ano. 

Seja pelo elenco, pelo retorno de algum diretor aclamado, seja pelo trailer ou pela sinopse. Há muitos motivos que nos fazem ficar ansiosos pela estreia de algum filme e espero ter feito uma seleção que ajude vocês na escolha do que ver ainda em 2017. 

por Fernando Labanca


12/10
Detroit em Rebelião 
(Detroit)

Imagem Filmes
Sinopse: No ano de 1967, Detroit vive cinco dias de intensos protestos e violência. Um ataque policial na cidade resulta em um dos maiores tumultos na história dos Estados Unidos, levando à federalização da Guarda Nacional de Michigan e ao envolvimento de duas divisões aéreas do Exército americano.

Expectativa: O filme é dirigido por Kathryn Bigelow - cinco anos após seu último trabalho (A Hora Mais Escura) - e isso já é atrativo o suficiente. A trama é inspirada em eventos reais e o trailer já deu indícios de ser tenso e bastante perturbador. 




12/10
Doentes de amor 
(The Big Sick)

California Filmes
Sinopse: O comediante paquistanês Kumail e a estudante de graduação Emily se apaixonam, mas encontram dificuldades quando suas culturas entram em conflito. Além disso, quando Emily contrai uma doença misteriosa, Kumail deve resolver a crise com seus pais causada pelo conflito emocional entre sua família e seu coração.

Expectativa: "The Big Sick" chega ao Brasil depois de um bom tempo já lançado lá fora. E o que já sabemos é que ele fez bastante sucesso com a crítica de lá, recebendo notas altas - compradas com outras comédias - nos principais sites. O filme, também, já foi indicado à alguns prêmios importantes e há quem acredite que a obra tem potencial para chegar ao Oscar. E Judd Apatow produz, logo, podemos esperar algo na linha de "Um Virgem de 40 Anos" e "Ligeiramente Grávidos".  




12/10
Logan Lucky - Roubo em Família 
(Logan Lucky)

Diamond Films
Sinopse: Os irmãos Jimmy Logan (Channing Tatum) e Clyde Logan (Adam Driver) não são conhecidos por suas ideias geniais, mas eles bolam um plano para fazer um enorme assalto em plena corrida da NASCAR. Para concretizar a tarefa, contam com a ajuda de um especialista em roubos, Joe Bang (Daniel Craig). Mas primeiro eles precisam tirá-lo da prisão.

Expectativa: Há pouco tempo atrás o diretor Steven Soderbergh (Onze Homens e Um Segredo, Magic Mike), revelou que se aposentaria do cinema. A notícia boa para os cinéfilos é que ele voltou atrás e resolveu dirigir "Logan Lucky" e a crítica já diz se tratar de um de seus melhores trabalhos. Parece um retorno triunfal e pelo trailer já podemos esperar boas sequências de ação e comédia, além de excelentes atuações, com destaque para Daniel Craig, que também ressurge renovado. 




13/10
Os Meyerowitz: Família Não se Escolhe
(The Meyerowitz Stories: New and Selected)

Netflix
Sinopse: Nova York. Harold Meyerowitz (Dustin Hoffman) é o patriarca da família, casado com Maureen (Emma Thompson) e pai de Matthew (Ben Stiller), Danny (Adam Sandler) e Jean (Elizabeth Marvel). Escultor aposentado e extremamente vaidoso, ele fica satisfeito ao saber que está sendo organizado uma exposição para celebrar seu trabalho artístico. Só que, em meio aos preparativos, Harold adoece e faz com que todos os filhos precisem se unir para ajudá-lo a se recuperar, o que resulta em várias situações que colocam a limpo traumas do passado.

Expectativa: Lançado na Netflix, esse filme tem muitas coisas que me fazem querer muito vê-lo. Indicado à Palma de Ouro no último Festival de Cannes, o longa traz de volta o diretor e roteirista que admiro e muito, Noah Baumbach (Frances Ha) e marca a união que demorou vinte anos para acontecer novamente, a de Adam Sandler e Ben Stiller. Sandler, por sua vez, recebeu boas críticas e isso cresce a vontade de ver, logo que não é sempre que vemos o ator envolvido em uma boa produção. 




19/10
A Guerra dos Sexos 
(Battle of the Sexes)

Fox Film do Brasil
Sinopse: Uma disputa de tênis entre o ex-campeão Bobby Riggs (Steve Carell) e a líder da classificação mundial Billie Jean King (Emma Stone) se torna centro de um debate global sobre igualdade de gêneros. Presos sob a atenção da mídia e com ideologias diferentes, Riggs tenta reviver as glórias do passado, enquanto King questiona sua sexualidade e luta pelos direitos das mulheres.

Expectativa: Poxa, tem como não ficar na expectativa quando o casal de diretores Jonathan Dayton e Valerie Faris retornam? Responsáveis pelo clássico "Pequena Miss Sunshine", eles ainda conseguiram reunir dois grandes atores da atualidade: Emma Stone e Steve Carell. Tem tudo para dar muito certo. 




19/10
De Volta para Casa 
(Home Again)

H2O Films
Sinopse: Recém separada do marido, Alice Kinney (Reese Witherspoon) decide recomeçar a sua via se mudando para sua cidade natal, Los Angeles, com as suas duas filhas. Durante uma comemoração noturna do seu aniversário de 40 anos, Alice conhece três aspirantes a cineastas que precisam de um lugar para morar. Ela deixa os rapazes permanecerem em seu quarto de hóspede temporariamente, mas o acordo gera situações inesperadas. A nova família de Alice e um novo amor em vista chegam a um ponto crucial quando seu marido aparece.


Expectativa: Todo ano merece aquele filminho água com açúcar e "Home Again" tem tudo para ser uma delícia. Reese Witherspoon é excelente e fazia tempo em que ela não fazia uma comédia romântica e só por tê-la como protagonista não terei coragem de negar. Outro ponto relevante é que o filme é produzido por Nancy Meyers, que escreveu e dirigiu obras como "Alguém Tem Que Ceder" e "O Amor Não Tira Férias", ou seja, vem farofa boa aí. 




26/10
Manifesto 
(Manifesto)

Mares Filmes
Sinopse: Os históricos manifestos de arte podem ser aplicados à sociedade contemporânea? É isso o que Cate Blanchett tenta responder ao explorar os componentes performativos e o significado político de declarações artísticas e inovadoras do século XX, que vão dos futuristas e dadaístas ao Pop Art, passando por Fluxus, Lars von Trier e Jim Jarmusch.

Expectativa: Cate Blanchett interpretando 13 personagens. Precisa de mais alguma coisa?




26/10
O Estado das Coisas 
(Brad's Status)

Imagem Filmes
Sinopse: Brad (Ben Stiller) possui uma carreira lucrativa e uma vida familiar feliz, mas isso não é o bastante. Ele está obcecado em ser o mais bem-sucedido entre os seus ex-colegas de escola, mas, durante um reencontro com um velho amigo, ele é forçado a ignorar seu sentimento de inferioridade e rever seus conceitos.

Expectativa: Mais um daqueles momentos "sérios" de Ben Stiller e pelo trailer, também podemos esperar mais um momento adorável em sua carreira, que é feita de altos e baixos. A trama parece trazer algumas belas mensagens e sempre é bom gastar um tempinho com esses "feel good movies".




02/11
Depois Daquela Montanha 
(The Mountain Between Us)

Fox Film do Brasil
Sinopse: Alex (Kate Winslet), uma jornalista que está indo preparar seu casamento, e Ben (Idris Elba), um doutor voltando de uma conferência médica, iriam pegar o mesmo avião, mas o voo é cancelado e os dois estranhos decidem fretar um jatinho. Durante a viagem o piloto sofre um ataque cardíaco e o avião cai em uma região montanhosa coberta por neve. Um romance começa a ganhar força enquanto eles tentam sobreviver, feridos e perdidos.

Expectativa: O filme é baseado em um livro de bastante sucesso e tem na direção o premiado diretor israelense Hany Abu-Assad (Paradise Now). O trailer empolga e ainda temos dois grandes atores como protagonistas, Kate Winslet e Idris Elba.




09/11
O Que te Faz Mais Forte 
(Stronger)

Paris Filmes
Sinopse: As memórias de Jeff Bauman (Jake Gyllenhaal) sobre o dia mais impactante de sua vida. Jeff estava participando da maratona de Boston e foi atingido por uma bomba, arquitetada por dois irmãos chechenos que planejaram o atentado sobre o evento.

Expectativa: Só por ter Jake Gyllenhaal já me faz querer ir no cinema para ver. O ator tem errado pouco nos últimos anos e o trailer já deixou claro que veremos mais uma grande atuação. Dividindo a cena com ele, teremos a chance de ver a linda Tatiana Maslany, agora fora da série "Orphan Black". 




16/11
Liga da Justiça
(Justice League)

Warner Bros.
Sinopse: Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes - Batman, Mulher-Maraviha, Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) -, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.

Expectativa: Confesso que minhas expectativas estão controladas. Mas sim, verei no cinema e sei que todos vocês irão ver também. Dá uma empolgada saber que veremos o encontro tão aguardado de tantos heróis da DC. "Mulher-Maravilha" deu certo em 2017 e torço para que o estúdio acerte novamente. Será curioso, também, ver como o diretor Joss Whedon, responsável por "Vingadores" da Marvel, irá comandar este filme. 




16/11
Loving Vincent

Europa Filmes
Sinopse: Investigação aprofundada sobre a vida e a misteriosa morte de Vincent Van Gogh através das suas pinturas e dos personagens que habitam suas telas. Animado com a técnica de pintura a óleo do pintor holandês, os personagens mais próximos são entrevistados e há reconstruções dos acontecimentos que precederam sua morte.

Expectativa: Baseado na vida do pintor Van Gogh, a animação foi inteiramente feita com pinturas à óleo inspiradas na obra do próprio pintor. A técnica é inovadora e é difícil imaginar como isso foi possível, justamente por isso, o filme promete e muito.




16/11
Uma Razão Para Viver 
(Breath)

Diamond Films
Sinopse: A história real de Robin (Garfield), um homem brilhante e aventureiro que fica paralisado por conta da poliomelite. Contra todos os conselhos, ele e sua amada Diana (Claire Foy) se recusam a ser aprisionados pelo sofrimento e vivem uma intensa história de amor, com cada respiração como se fosse a última.

Expectativa: É o primeiro filme dirigido pelo ator Andy Serkis (das sagas "Planeta dos Macacos" e "O Senhor dos Anéis") e já tem cheiro de Oscar. O ator Andrew Garfield também parece estar muito bem e já podemos esperar um excelente drama de época. O longa ainda apresenta a atriz Claire Foy ao seu grande papel no cinema, depois de sua elogiada atuação na série "The Crown"




23/11
Assassinato no Expresso do Oriente 
(Murder on the Orient Express)

Fox Fim do Brasil
Sinopse: Várias pessoas estão fazendo uma viagem longa em um luxuoso trem. A paz, entretanto, é perturbada por um acontecimento sinistro: um terrível assassinato. À bordo da composição está ninguém menos que o mundialmente reconhecido detetive Hercule Poirot (Kenneth Branagh) que se voluntaria para iniciar uma varredura no local, ouvindo testemunhas e possíveis suspeitos para descobrir o que de fato aconteceu.

Expectativa: Difícil esperar pouca coisa quando temos um elenco desse (Kenneth Branagh, Penélope Cruz, Michelle Pfeiffer, Judi Dench, Willem Dafoe entre outros) e um filme baseado na obra de Agatha Christie. 




23/11
Extraordinário 
(Wonder)

Paris Filmes
Sinopse: Auggie Pullman (Jacob Tremblay) é um garoto que nasceu com uma deformação facial. Pela primeira vez, ele irá frequentar uma escola regular, como qualquer outra criança. No quinto ano, ele irá precisar se esforçar para conseguir se encaixar em sua nova realidade.

Expectativa: "Extraordinário" é um dos livros mais queridos lançados nos últimos anos, logo, a expectativa quanto a sua adaptação são altas. Ter Jacob Tremblay como Auggie só aumenta a vontade de ver. É difícil imaginar como traspor para a tela as páginas da obra original e fico curioso por conferir isso. 




23/11
Sem Fôlego 
(Wonderstruck)

H2O Films
Sinopse: Gunlint, Minnesota, 1977. Ao atender um telefonema, o garoto Ben (Oakes Fegley) é atingido pelo reflexo de um raio, que caiu bem em sua casa. Esta situação faz com que seja levado a um hospital em Nova York, onde descobre que não consegue mais ouvir um som sequer. Em 1927, a jovem surda Rose (Millicent Simonds) foge de sua casa em Nova York para encontrar sua mãe, a consagrada atriz Lillian Mayhew (Julianne Moore). A vida destes dois garotos que não conseguem mais ouvir está interligada a partir de um livro de curiosidades, que os leva ao Museu de História Natural.

Expectativa: Depois de obras elogiadíssimas como "Carol" e "Longe do Paraíso", o filme marca o retorno do diretor Todd Haynes. É um diretor que, geralmente, vale a espera e tudo indica que teremos mais um belo trabalho em sua filmografia.




14/12
Star Wars - Os Últimos Jedi 
(Star Wars: The Last Jedi)

Disney / Buena Vista
Sinopse: Após encontrar o mítico e recluso Luke Skywalker (Mark Hammil) em uma ilha isolada, a jovem Rey (Daisy Ridley) busca entender o balanço da Força a partir dos ensinamentos do mestre jedi. Paralelamente, o Primeiro Império de Kylo Ren (Adam Driver) se reorganiza para enfrentar a Aliança Rebelde.

Expectativa: "O Despertar da Força", lançado há dois anos atrás, nos entregou um excelente retorno à saga Star Wars. O final deixou um gosto de quero mais e finalmente poderemos ver os desdobramentos da trama. 




21/12
Submersão 
(Submergence)

California Filmes
Sinopse: Danielle (Alicia Vikander) é uma exploradora do oceano que descobre um novo desafio: uma terrível, porém pioneira, descida ao abismo Ártico. James (James McAvoy) é um empreiteiro acusado de ser um espião e interrogado por jihadistas africanos que irá se unir à moça para ajudá-la em sua missão.

Expectativa: Não há como não criar expectativas com um filme estrelado por Alicia Vikander e James McAvoy, duas figuras queridas de Hollywood. Para melhorar, a obra também traz o retorno do diretor Wim Wnders. 




28/12
O Rei do Show 
(The Greatest Showman)

Fox Film do Brasil
Sinopse: A história de P.T. Barnum (Hugh Jackman), showman empreendedor conhecido como "Príncipe das falcatruas". Entre suas criações estão um museu de curiosidades e um circo próprio, em que eram apresentados animais, freaks e fraudes de todo tipo.

Expectativa: Foi um dos trailers mais bonitos que vi este ano e só por isso o aguardo ansiosamente. Gosto de musicais e este parece ser dos bons, com produção caprichada e cenários que fazem os olhos brilharem. O elenco ajuda, ter Hugh Jackman e Michelle Williams no mesmo filme me anima e muito. 




28/12
Roda Gigante 
(Wonder Wheel)

Imagem Filmes
Sinopse: Ginny (Kate Winslet), atriz casada com um operador de carrossel (James Belushi), se apaixona pelo salva-vidas Mickey (Justin Timberlake) e precisa enfrentar a "concorrência" da enteada (Juno Temple), que aparece inesperadamente fugindo de bandidos e também cai de amores pelo rei da praia.

Expectativa: Todo ano um filme de Woody Allen diferente. E não importa quantos anos se passam, sempre estaremos lá, a espera de mais um. O que chama a atenção, porém, é ter Kate Winslet como protagonista. Tem tudo para ser uma parceria de sucesso. 





PS: Lembrando que o texto foi publicado 09/12 (com informações atualizadas até este dia) e até o lançamento de cada filme, suas datas de estreia podem ser alteradas, inclusive, alguns títulos podem ser empurrados para 2018.




E você? Tem algum filme que está muito ansioso para assistir? 




segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Crítica: Mãe! (Mother!, 2017)

O mais novo filme do aclamado Darren Aronofsky, que marca seu retorno ao terror psicológico, é um amontoado de metáforas que surpreende por sua ousadia mas cansa com suas altas pretensões.

por Fernando Labanca

O diretor conquistou o público e a crítica com seu conturbado e memorável "Réquiem Para um Sonho" (2000) e filmes como "O Lutador" (2008) e "Cisne Negro" (2010) confirmaram seu talento, o tornando ícone e referência no cinema independente. Quando um cineasta conquista tamanho status é sempre arriscado. Terrence Malick, Christopher Nolan, Lars Von Trier, entre outros, muitas vezes se perdem em suas próprias ambições. Aronofsky, que até então parecia ter sua carreira intacta, entrega, enfim, seu produto mais inconsistente e confuso. É difícil até para Aronofsky ser Aronofsky, que em uma tentativa de manter as expectativas em torno de suas criações, se descontrola, entregando um produto megalomaníaco, exagerado. "Mother!" é, de longe, seu pior momento no cinema. 

A trama envolve a vida de uma jovem dona de casa (Jennifer Lawrence), que casada com um homem bem mais velho (Javier Bardem), tem sua rotina preenchida por cuidar do lar e ser o suporte que seu marido, como um escritor sem muitas inspirações, tanto precisa. Esse mundo "perfeito", no entanto, é destruído com a chegada de estranhos, que abalam aquelas estruturas e trazem o caos àquela casa, revelando a fúria existente na mãe que sempre foi tão pacífica.


terça-feira, 26 de setembro de 2017

Crítica: Dunkirk (2017)

Um dos filmes mais aguardados do ano, "Dunkirk" pode ser a grande chance do diretor Christopher Nolan no Oscar, que realiza aqui seu filme mais próximo ao que a Academia costuma aclamar. Diferente de seus trabalhos anteriores, este é menos entretenimento, porém, ainda assim, uma experiência cinematográfica formidável.

por Fernando Labanca

Nolan é daqueles cineastas que vale a pena esperar. Desde que "Dunkirk" foi anunciado, minhas expectativas já estavam altas. Ele erra pouco, é audacioso, pretensioso ao máximo e talvez o diretor mais corajoso ainda em atividade. Não faz nada pela metade. Cada novo filme, um novo tiro. Um novo espetáculo a ser apreciado. Em sua brilhante jornada, que já trouxe obras-primas como "Dark Knight", "Amnésia" e "Inception", Nolan sempre soube trazer um equilíbrio entre entretenimento e inteligência, construindo uma linha interessante de blockbusters de alta qualidade. Apesar de conquistar o público nesses anos, nunca teve espaço no Oscar, mesmo quando seus filmes eram nitidamente melhores que os indicados. Talvez "Dunkirk" quebre esta sua sina. É, definitivamente, seu produto mais refinado. E isso não quer dizer o melhor.


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Crítica: Bingo - O Rei das Manhãs (2017)

Escolhido a representar o Brasil no Oscar, "Bingo" é apenas o primeiro longa-metragem de Daniel Rezende, mais conhecido pela premiada montagem de "Cidade de Deus" (2002). Se trata de mais uma super produção nacional que entretém com êxito seu público e espanta pela qualidade técnica.

por Fernando Labanca

A campanha de marketing foi boa e logo pelos trailers já nos deixava com uma sensação positiva sobre a obra. A ótima notícia é que "Bingo" é ainda melhor do que vendeu. Supera a expectativa que já estava alta. Um filme divertido, empolgante, que se mantém em bom ritmo e entrega um final brilhante para uma trama que tem tanto a dizer, tanto a oferecer. Poucas vezes, nos últimos anos, o cinema nacional conquistou tamanho brilhantismo, de ser grande, comercial e acessível, sem deixar de ser artístico e admirável em todos os aspectos. É fácil gostar, digerir e querer aplaudir de pé quando os créditos finais começam a subir.


terça-feira, 12 de setembro de 2017

O Retorno

Passando para dizer que estou de volta. Depois de uma pequena pausa, decidi, enfim, voltar a escrever aqui no blog. Agradeço os comentários e fico feliz por saber que tem uma galera me acompanhando. 

Neste tempo me renovei. Eu precisava. Fiz um intercâmbio, viajei sozinho e me reencontrei. Me senti livre como há muito tempo não me sentia. Recomendo este tipo de experiência para todos. Despertou em mim, também, esta louca vontade de querer viajar e conhecer o mundo. Um pouco tardia até. Mas espero conseguir fazer isso outras vezes. Conheci pessoas, histórias e costumes tão distintos do meu. 

Durante este tempo não parei de ver filmes. Claro que em uma dose menor. Vou fazer um post, então, de tudo o que vi nesta pausa. Espero fazer boas recomendações! 

por Fernando Labanca



sexta-feira, 28 de abril de 2017

Uma pausa

Antes de simplesmente sumir resolvi me pronunciar por aqui e dizer que farei uma pausa no blog. Não que eu ache que as pessoas esperam por uma justificativa e não sei nem quantas pessoas perderão o tempo lendo esse texto. Mas vou dizer. 

Não sei o tamanho desta pausa. Pode durar dois meses, três meses ou quem sabe até mais. Portanto, como me distanciarei um pouco de tudo isso, vou aproveitar e agradecer às pessoas que visitam o blog, as que comentam e as que me enviam mensagens elogiando o trabalho. É sempre bom ter este retorno. Para aqueles que escrevem em blogs sabem desta estranha sensação de parecer escrever para o nada, para ninguém, logo, é sempre muito louco e gostoso de ver que suas palavras estão chegando, de alguma forma, para estranhos em algum canto do país. Então...um muito obrigado a todos vocês!

Várias pessoas já me questionaram do porquê minha página no Facebook ter tão poucas curtidas, assim como minha página no Instagram. A questão é que nunca fiz o blog pensando na curtida e fico feliz por isso. Claro que penso naquele que lê meus textos antes de postar, mas não deixa de ser um ato para mim também. Faço porque gosto, porque sinto prazer em falar sobre filmes e não estou preocupado no retorno que isso terá. Justamente por isso, espero uma hora voltar a escrever por aqui. 

Nesses últimos meses muitas coisas aconteceram na minha vida. Perdi algumas coisas importantes para mim. Fiquei sem chão por um período. Estou tentando me reerguer. Me reencontrar de alguma forma. Ver algo novo, me inspirar novamente. Surgiu, neste começo de ano, a oportunidade de um intercâmbio e espero poder usar desta experiência para viver aquele velho clichê de "me perder para me encontrar". Espero sentir coisas boas e recomeçar minha vida. 

Um obrigado a todos que me acompanham. Desejo o melhor a vocês.  

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Crítica: Fragmentado (Split, 2017)

A cada retorno de M.Night Shyamalan, os críticos e fãs do diretor se questionam sempre se ele enfim irá entregar um produto a altura de sua obra-prima,"O Sexto Sentido", e quando assistimos a um filme como "Fragmentado" não resta dúvidas de que esta é uma das perguntas mais injustas e patéticas do cinema. Sim, seu novo trabalho é incrível. E não, ele não tem a obrigação de provar nada para ninguém.

por Fernando Labanca

Gosto sempre de deixar claro quando sou suspeito para falar sobre algo e quando se trata de M.Night Shyamalan sou bem suspeito. Desde sempre acompanho a carreira dele e admiro muito suas escolhas até mesmo as mais duvidosas. Ainda assim, confesso, seus últimos trabalhos não me agradaram tanto, porém, de certa forma, sempre gostei do caminho que traçou e como ele sempre se recusou a fazer o que o público e os críticos esperavam dele. Há dois atrás quando lançou "A Visita", longe dos grandes estúdios, provou não ter perdido a forma e agora com "Fragmentado", o diretor volta a fazer o seu melhor. Creio que a obra seja a melhor de Shyamalan desde "A Vila" (2004) e olhando para os últimos anos, este é, sem dúvidas, seu projeto mais relevante e mais surpreendente de todos.


quinta-feira, 6 de abril de 2017

15 comédias imperdíveis para ver na Netflix


Momento utilidade pública.

Escolher um filme na Netflix não é fácil. São horas de observação e um estudo intenso sobre o que vale ou não a pena clicar e assistir. Pensando nessas pessoas que não saem assistindo qualquer coisa que veem pela frente e preferem fazer um filtro, faço essa lista para ajudar nesta decisão tão difícil.

De fato, existem muitas comédias no site e se você curte o gênero, provavelmente deve ficar meio perdido no meio a tantas opções. Porém, nem tudo o que está na Netflix - precisamos ser sinceros - é bom. Tem coisa ruim também e em grande quantidade. Saber escolher é importante e espero que esta lista seja útil de alguma forma. Tentei trazer alguns clássicos da comédia (e alguns filmes que provavelmente todo mundo já viu), além de algumas produções interessantes e que foram adicionadas recentemente. E claro, como toda lista, bons títulos ficaram de fora e se sentirem falta de algum e que consideram "imperdíveis"...deixem nos comentários!

quinta-feira, 30 de março de 2017

Crítica: Sete Minutos Depois da Meia-Noite (A Monster Calls, 2016)

Baseado no livro de Patrick Ness, "Sete Minutos Depois da Meia-Noite" é um exercício cinematográfico raro, de extrema beleza e de um encanto poucas vezes alcançado.

por Fernando Labanca

O diretor espanhol J.A. Bayona chamou a atenção de Hollywood com o excelente terror "O Orfanato" (2007). Anos depois comandou o drama "O Impossível" (2012), provando um talento por trás de histórias fortes, conseguindo ainda usufruir de forma eficiente ótimos efeitos visuais. Enquanto se assiste este seu novo trabalho, não resta dúvidas de que ele - vencedor do prêmio de Melhor Direção no último Goya - era o profissional ideal para dar vida a uma trama tão especial e ainda assim, de inúmeras dificuldades. Nada é fácil aqui e o diretor (e toda sua fantástica equipe) conseguiu criar soluções inovadoras, sem jamais esquecer a beleza de cada instante e o impacto que tudo aquilo teria naquele que assiste. A verdade é que existe beleza em cada frame, em cada personagem, em cada diálogo. É aquele produto feito puramente de coração e isso nos atinge de forma intensa, porque nada ali soa gratuito ou sem um grande conceito por trás. Tudo vem de forma honesta e profunda. Acima de qualquer avaliação que o filme vem a receber, estamos diante de algo lindo, mágico e inspirador.


quinta-feira, 23 de março de 2017

Crítica: Quase 18 (The Edge of Seventeen, 2016)

Filmes com adolescentes e para adolescentes sempre são encarados com um certo preconceito por parte do público que acredita que não há inteligência neste subgênero. "The Edge of Seventeen" vem com um roteiro incrível para provar que ainda há espaço para um cinema teen de qualidade.

por Fernando Labanca

Ano passado, quando a obra foi lançada em alguns festivais começou um certo burburinho, além das premiações que começou a receber, na maior parte delas entregues à diretora debutante Kelly Fremon Craig. Foi então que comecei a me questionar sobre o que haveria de tão bom em um filme teen que parece debater os mesmos assuntos de sempre. Que delícia então me deparar com "The Edge of Seventeen" e me surpreender por sua alta qualidade, me surpreender pelos temas que aborda e pela maturidade com que soluciona seus tantos conflitos. Não é sempre que o cinema nos presenteia com obras como esta, com todo o frescor de um produto jovem e que em nenhum momento subestima nossa inteligência.


quinta-feira, 16 de março de 2017

Crítica: É Apenas o Fim do Mundo (Juste la Fin du Monde, 2016)

Apesar de não ter sido bem recebido pelos críticos de Cannes - Festival onde foi exibido ano passado - o longa saiu vitorioso com o Grande Prêmio do Júri. "É Apenas o Fim do Mundo" marca o retorno do jovem diretor Xavier Dolan e se destaca pelo belíssimo elenco que conseguiu reunir em seu tão controverso drama familiar. 

por Fernando Labanca

Baseado na peça de teatro de Jean-Luc Lagarce, o filme nos revela a conturbada relação de uma família disfuncional que precisa lidar com o retorno de um dos filhos. Louis (Gaspard Ulliel) é um escritor que depois de doze anos afastado resolveu voltar e reencontrar sua mãe (Nathalie Baye) e seus irmãos (vividos por Vincent Cassel e Léa Seydoux) para dizer que sofre de uma doença e está prestes a morrer. O retorno não é nada fácil e no meio a tanta brutalidade e palavras não ditas, Louis se vê cada vez mais distante de realizar o que pretendia.


quinta-feira, 2 de março de 2017

Crítica: Moonlight - Sob a Luz do Luar (Moonlight, 2016)

Com visual impactante e uma trama repleta de simbolismos, "Moonlight" fala sobre preconceito, rejeição e sobre aceitação própria. Um relato duro, porém necessário. 

por Fernando Labanca

Apesar da gafe histórica da cerimônia do Oscar e todas as polêmicas ao redor de sua premiação, "Moonlight" mereceu o tão almejado troféu de Melhor Filme e tal acontecimento é extremamente relevante em nosso tempo. É lindo ver uma obra composta por atores negros e que aborda temas como preconceito e homossexualidade sendo celebrada. Mais do que representatividade, é um espaço que se abre para tantas discussões necessárias. O diretor Barry Jenkins conduz tudo de forma fascinante e ao assinar o roteiro - também premiado com o Oscar - encontra saídas inovadoras para traduzir sentimentos tão delicados e por muitas vezes indecifráveis, além de realizar um belo e profundo estudo de personagem. Dividido em três capítulos - Little, Chiron e Black - vemos na tela a construção de um indivíduo e todo o processo de aceitação que precisa enfrentar. A árdua jornada de alguém que busca descobrir quem é mesmo vivendo em um mundo que o rejeita constantemente. Mesmo vivendo de desejos que ele mesmo renega. Vivendo e sentindo a culpa de algo que não entende.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Crítica: Manchester À Beira-Mar (Manchester by the Sea, 2016)

Indicado ao Oscar de melhor filme, "Manchester À Beira-Mar" é uma grande surpresa. Dirigindo por Kenneth Lonergan, temos aqui uma obra melancólica, densa e que vai muito além do que parecia ser.

por Fernando Labanca

Desde quando vi o trailer de "Manchester by the Sea" me questionei do porquê era visto como um dos favoritos ao Oscar e se ele realmente merecia tal posto. Alguns críticos ainda o citaram como uma das melhores obras de 2016 e pelo o que havia sido vendido, parecia algo simples como um drama familiar qualquer. Justamente por isso, a sensação que se tem ao assisti-lo é de uma constante surpresa. É muito maior do que o trailer sugeriu e a trama, incrivelmente bem escrita, emociona de forma profunda e nos deixa atordoados por cada brilhante detalhe.

Casey Affleck é um dos grandes responsáveis pela grandeza de "Manchester À Beira-Mar". Seu olhar vazio diz muito e seus silêncios são ensurdecedores. Um personagem difícil que o ator defende com força e muita honestidade. Ele dá vida a Lee Chandler, um homem que vive uma rotina insignificante em uma pacata cidade. Tudo muda quando seu irmão (Kyle Chandler) morre e com isso precisa retornar à sua cidade natal para avisar seu sobrinho, Patrick (Lucas Hedges), sobre o ocorrido.  No local, Lee passa a relembrar todos os trágicos acontecimentos que o fizeram partir dali e no meio do caos que sua vida se torna, ainda recebe a notícia de que o irmão lhe deixou a guarda do filho. 


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Crítica: La La Land: Cantando Estações (La La Land, 2016)

É possível encontrar algum defeito em um filme tão aclamado pelos críticos e público? Em um filme indicado a 14 Oscars? Sim, é possível. Pode não parecer, mas está liberado não gostar de "La La Land".

por Fernando Labanca

Dizem que musical é aquele tipo de filme que se ama ou odeia. "La La Land", de certa forma, parece encontrar o tom ideal para agradar um maior número de público. Sem que seus personagens cantem o tempo inteiro, tudo na tela vem de forma leve, gostosa de ver e apreciar e é, portanto, uma obra capaz de seduzir até mesmo aqueles que não são fãs do gênero. Fazia tempo também, é válido citar, que o cinema não encontrava um musical tão relevante como este e mesmo que o Oscar tenha sido sua maior propaganda, definitivamente há muito o que se dizer sobre o longa. O projeto dos sonhos do jovem cineasta Damien Chazelle, revelado há dois anos atrás por "Whiplash", traz de volta toda a magia do gênero, funcionando como uma bela e adorável homenagem aos grandes clássicos. 

A trama é simples e em nenhum momento procura soluções inovadoras. Temos aqui a jovem atriz, Mia (Emma Stone), que sonha em ser uma grande estrela de Hollywood, vivendo uma rotina frustrante de testes na concorrida Los Angeles. Sua vida muda quando conhece o também sonhador Sebastian (Ryan Gosling), pianista de jazz em um bar e que tem grandes planos para o futuro. A partir deste ponto, "La La Land" passa a nos oferecer um romance açucarado, embalado por algumas canções e belas sequências de dança. Apesar da simplicidade da ideia, o filme possui um roteiro primoroso. São detalhes, diálogos e toda a construção dos personagens que provam a genialidade aqui. Tudo flui de forma natural, sem nunca parecer forçado ou mal conduzido. O final, porém, é o ponto alto, elevando a ideia a outro nível e saindo do lugar comum. O excelente texto vem inspirado e cheio de boas intenções, falando sobre sonhos e sobre nunca desistir diante dos tantos obstáculos que surgem. Talvez seja um pouco, também, sobre como nossa vida é escrita sob linhas tortas, em como às vezes alcançamos o que almejamos através de caminhos que estavam fora do plano e que perder também faz parte do processo. 


terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Os Melhores Filmes de 2016


Mais um ano acabou e eu não poderia deixar de fazer a clássica lista com os melhores filmes que vi no cinema. Talvez seja uma lista um tanto quanto controversa, logo que muitas obras que citei não vi presente em outras que li em outros sites. Foi difícil selecionar apenas 20 e sofri por descartar tantos títulos que mereciam estar aqui também, então, fiquem livres para deixar nos comentários aqueles que sentirem falta ou o que foi o melhor na opinião de vocês.

Lembrando, sempre, que os filmes que cito são apenas aqueles lançados no Brasil em 2016, independente do ano em que foram lançados em seus respectivos países de origem. Seja no cinema, Netflix ou aqueles que chegaram apenas em home video. Espero que gostem dos selecionados!

por Fernando Labanca


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Retrospectiva 2016 - Os Destaques do Ano


Mais um ano acabou e como já é tradição aqui no blog, gosto de relembrar tudo o que houve de bom nos meses que passaram. Para isso, criei uma espécie de "premiação" aqui, citando os grandes destaques em variadas categorias, até para dar uma chance para aquelas produções esquecidas que não são lembradas na listas dos "melhores filmes do ano", mas que com certeza possuem qualidades. Não sou expert em nenhum dos tópicos, portanto, não é uma verdade absoluta, apenas minha opinião. Como consegui assistir bastante coisa em 2016, tentei fazer o melhor apurado possível, logo, as obras citadas são apenas aquelas lançadas no Brasil de janeiro à dezembro, independente do lançamento no país de origem. Espero que gostem dos destaques e caso lembrem de algum outro filme que fez falta nas listas podem deixar nos comentários! 

por Fernando Labanca

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Retrospectiva 2016 - Os Melhores Atores Coadjuvantes


Para finalizar os posts especiais com as melhores atuações de 2016, escrevo agora sobre os melhores atores coadjuvantes. Foi uma lista difícil de montar porque tivemos vários nomes para citar, então, com certeza, vários ficaram de fora. Tentei selecionar os que mais me marcaram, seja de um ator revelação, seja de um veterano no cinema...então espero que gostem dos selecionados.

por Fernando Labanca


terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Retrospectiva 2016 - As Melhores Atrizes Coadjuvantes



A Retrospectiva continua essa semana aqui no blog. Nesse post falo sobre as grandes atrizes coadjuvantes que tivemos em 2016. Gosto de fazer essas listas não só por relembrar os bons momentos que vimos no cinema no ano, mas por citar nomes improváveis em premiações que acabam sendo esquecidas e até mesmo menosprezadas. Foram atuações fortes e personagens dignos de atenção e claro, como toda lista, precisei deixar algumas de fora para conseguir fechar o TOP 10. Espero que gostem das selecionadas...

por Fernando Labanca