O longa marca mais uma reunião entre Jennifer Lawrence, Bradley Cooper e Robert De Niro com o diretor David O.Russell, que já estiveram juntos em "O Lado Bom da Vida" (2012) e "Trapaça" (2013). Este, porém, é o encontro mais fraco entre eles, onde nem mesmo a boa produção consegue compensar o desinteresse causado pela trama.
por Fernando Labanca
Escrito pelo próprio David O.Russell em parceria com Annie Mumolo (Missão Madrinha de Casamento), "Joy" foi vendido pelos trailers como algo maior, grandioso e por isso é quase que inevitável não sentir uma ponta de decepção quando compreendemos o quão pequeno tudo aquilo é. Infelizmente, é muito fácil definir a obra, é basicamente sobre esta mulher, defendida com garra por Jennifer Lawrence, mãe solteira de dois filhos, que além de trabalhar fora precisa cuidar da casa onde divide com sua mãe (Virginia Madsen), pai (Robert De Niro) e avó (Diane Ladd). No meio da loucura de sua rotina, Joy decide levar adiante uma criação que teve, desenvolvendo um esfregão mais prático para as donas de casa. Recuperando a criatividade que tinha quando criança, ela vai atrás de vender seu produto, nascendo ali uma empreendedora de grande sucesso.

























