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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Retrospectiva 2016 - As Melhores Atrizes Coadjuvantes



A Retrospectiva continua essa semana aqui no blog. Nesse post falo sobre as grandes atrizes coadjuvantes que tivemos em 2016. Gosto de fazer essas listas não só por relembrar os bons momentos que vimos no cinema no ano, mas por citar nomes improváveis em premiações que acabam sendo esquecidas e até mesmo menosprezadas. Foram atuações fortes e personagens dignos de atenção e claro, como toda lista, precisei deixar algumas de fora para conseguir fechar o TOP 10. Espero que gostem das selecionadas...

por Fernando Labanca



segunda-feira, 16 de maio de 2016

Crítica: A Juventude (Youth, 2015)

Paolo Sorrentino, que venceu há dois anos atrás o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro com sua obra-prima "A Grande Beleza", retorna com mais um irretocável trabalho, ainda repleto de poderosas imagens e sensações.

por Fernando Labanca

É inevitável assistir "A Juventude" e não fazer logo esta associação com seu filme anterior. Sorrentino realiza aqui quase que uma versão americanizada de "A Grande Beleza", que aliás, o vendo dessa forma pode até soar como algo negativo, no entanto, quem ganha com este seu retorno e com esta repetição de maneirismos visuais e narrativos é o público. A trama e a composição dos personagens são completamente diferentes e por isso ver o cinema deste talentoso diretor italiano continua sendo uma experiência muito única, apesar das semelhanças, continua sendo um cinema raro, digno de admiração, de contemplação.



sexta-feira, 24 de abril de 2015

Crítica: Sete Dias Sem Fim (This is Where I Leave You, 2014)

Depois de alguns meses afastado no blog, devido aos trabalhos finais da faculdade, finalmente consegui retornar e confesso que estava com muita vontade de escrever! Para isso, pensei em comentar sobre um filme que estava à espera por muito tempo, "Sete Dias Sem Fim", baseado num dos últimos bons livros que li.

por Fernando Labanca

Dirigido por Shawn Levy (Uma Noite no Museu, Gigantes de Aço), o longa é uma adaptação da obra de Jonathan Tropper, que aliás, também escreveu o roteiro. Minhas expectativas eram altas, não só pelo ótimo elenco que conseguiram reunir aqui, mas principalmente por se tratar de um livro que me encheu com diversas sensações, uma mistura muito bem orquestrada de drama e humor, e entre sarcasmos e discursos inspiradores, a trama escrita por Tropper tinha o poder de nos colocar ali dentro, íntimos daqueles personagens e estranhamente, nos fazia se identificar por algo da trama, e por diversos instantes, nos fazia pensar na própria vida.

Judd Altman (Jason Bateman) é um cara azarado que, do dia pra noite, perdeu tudo o que tinha, o trabalho e a esposa, assim que pegou no flagra sua mulher o traindo com seu chefe. Para piorar, recebe a notícia de que seu pai faleceu e que precisava retornar para sua cidade natal para a realização do Shivá, uma tradição judaica onde os membros da família se unem durante sete dias de luto. O problema é que os Altmans não se viam durante anos e nunca lidaram bem com a aproximação, é então que nesses sete dias, a mãe (Jane Fonda) e seus quatro filhos Judd, Paul (Corey Stoll), Wendy (Tina Fey) e Philip (Adam Driver), cada um com suas peculiaridades, terão que se aguentar, o que se torna o cenário perfeito para reviver brigas e conflitos do passado.


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