Mostrando postagens com marcador Ansel Elgort. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ansel Elgort. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Crítica: Homens, Mulheres e Filhos (Men, Women & Children, 2014)

O drama real sobre pessoas que não existem.

por Fernando Labanca

Tendo sua estreia oficial no último Festival de Toronto, "Homens, Mulheres e Filhos" conta com a direção do ótimo Jason Reitman, responsável por obras como "Juno" e "Jovens Adultos". O longa, baseado no livro de Chad Kultgen, faz um relato bastante intimista sobre como a internet modificou as relações familiares, sobre como os relacionamentos se tornaram tão vazios e tão distantes quando todos decidiram depositar suas frustrações e seus anseios no mundo virtual, o único local onde qualquer interação social se tornou possível.

O longa inicia com um discurso, narrado pelo britânico pomposo de Emma Thompson, sobre a sonda Voyager, que lançada em 1977, transmite, em um disco, diversas gravações, como mensagens, sons e imagens, vestígios da raça humana. E assim, traça seu paralelo, chegando à Terra, revelando, de forma melancólica, que esses vestígios de nossa civilização, também se foram por aqui. A partir de então, conhecemos diversos personagens, homens, mulheres e seus filhos. Casamentos despedaçados, pais superprotetores, adolescentes e adultos que se relacionam através de redes sociais, que encaram uma outra noção de contato, jovens que se sentem reais num mundo inexistente, que criam avatares ou personagens em sites ou videogames para suprir o vazio que a realidade deixou.


sexta-feira, 27 de junho de 2014

Crítica: A Culpa é das Estrelas (The Fault in Our Stars, 2014)

Adaptação do best seller de John Green, "A Culpa é das Estrelas" poderia até ser só mais uma trama sobre a adolescente com câncer que acaba se apaixonando. Sim, de certa forma, é mais uma sim. Entretanto, a trama acaba trazendo algumas mudanças nesta história tão batida, traz ideias inteligentes e bastante reflexivas. E mais do que tudo isso, tem o grande mérito de ser uma ótima adaptação, onde depois de muitas tentativas frustradas de ler e ver o filme, finalmente vejo uma obra que respeita não só o texto original, mas as sensações e a emoção que o livro trazia.

por Fernando Labanca

Hazel Grace (Shailene Woodley) é uma jovem que já convive com o câncer há alguns anos. Já se acostumou com a ideia de morrer e de que alguma hora tudo irá acabar, de repente, magoando aqueles que a cercam, como seus pais. E por causa deles, decide encarar um grupo de apoio ao lado de jovens que passam pela mesma fase complicada de sua vida. É lá que acaba conhecendo Augustus Waters (Ansel Elgort), um garoto galanteador e carismático. A amizade surge fácil e logo se apaixonam, mesmo que ambos tenham uma visão diferente sobre a doença, porém Hazel desde o início o alerta, é uma granada e a qualquer momento poderá explodir, mas nada faz com que ele se afaste, ainda mais quando Gus decide realizar o grande desejo de Hazel, encontrar com o autor de seu livro favorito e ter finalmente as respostas sobre a história que nas páginas não houve um fim.


Outras notícias