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quarta-feira, 6 de março de 2019

Crítica: Querido Menino


"Querido Menino" marca o primeiro filme de língua inglesa do diretor Felix van Groeningen, q foi indicado ao Oscar, há seis anos atrás, por "Alabama Monroe". Apesar de se tratar de um belo projeto, sua obra acaba que se sustentando quase que por completo na atuação de Timothee Chalamet, que prova aqui, ser um dos atores mais talentosos de sua geração. Há muita entrega sua nesse papel e me surpreende não tê-lo visto no Oscar deste ano. 

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Retrospectiva 2018: Os Melhores Atores



Para finalizar a parte da retrospectiva relacionada às melhores atuações de 2018, deixo com vocês a lista dos melhores atores do ano. É um pouco delicado colocar em uma "ordem", então não levem a sequência muito em consideração, já que não existe aqui um melhor ou pior que o outro. Se sentirem falta de algum nome, deixem nos comentários. Lembrando que selecionei apenas as atuações presentes em filmes lançados no Brasil entre janeiro e dezembro do ano passado. 

terça-feira, 13 de março de 2018

Crítica: Lady Bird: A Hora de Voar (Lady Bird, 2017)


Greta Gerwig parece entender como ninguém como é alcançar a fase adulta. Diretora e roteirista, ela cria uma obra que conversa e muito com seus outros trabalhos, "Frances Ha" (2012) e "Mistress America" (2015). Quase como uma trilogia não oficial, ela oferece uma espécie de manual sobre amadurecimento. Seu cinema é gostoso de ver porque é fácil se identificar e porque diz mais sobre nós do que queremos admitir. 

por Fernando Labanca

É preciso ressaltar e não poderia iniciar essa crítica de outra forma a não ser dizendo que "Lady Bird" é um filme muito agradável. Parece pouco afirmar isso de alguma obra, mas a questão é que são poucas a conquistar isso. Aquela sequência de imagens que passam por nós e nem sentimos o tempo passar. Aquele conjunto de elementos tão bem orquestrados que nos impede de pensar em qualquer outra coisa. O coming of age de Greta Gerwig funciona porque nos leva para dentro da tela e é um prazer enorme acompanhar seus deliciosos minutos. Dá vontade de abraçar toda sua criação e agradecê-la por entender tão bem o que é ser jovem, o que é crescer. Por levar tão a sério os dilemas mais fúteis da adolescência e nos fazer enxergar naquela protagonista tão problemática um pouco de nós. O filme acompanha este momento de amadurecimento de uma jovem que se auto denomina Lady Bird. Estudante de uma escola católica, vive com sua família em Sacramento, uma cidade que parece não ter nada a lhe oferecer. E entre amores, desilusões e novas descobertas, tenta a todo custo ingressar em uma faculdade bem longe dali, sonhando sempre um pouco mais alto, tentando ser mais do que todos ali esperam dela e mais do que ela espera de si mesma. 


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