quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Os Melhores da Década - Romance



Continuando o especial que comecei este ano sobre o que houve de melhor no cinema nesta última década. Ainda há outros posts, logo, este especial se prolongará por 2012. O alvo da vez são os filmes de Romance.

por Fernando Labanca

Sou bastante suspeito por avaliar filmes deste gênero, pois não são meus favoritos, é preciso ter uma boa história, um bom elenco ou um grande diretor para chamar minha atenção. Mas tenho que admitir que no decorrer desses anos, surgiram algumas obras bem interessantes e por elas, este post vale a pena.

Olhando para trás, vejo que o que mais teve destaque nesta década, foi ninguém mais que Nicholas Sparks, sinônimo de "autor de livro que vai virar filme", o norte-americano teve grande parte de sua obra adaptada para as telas grandes e fez sucesso por elas, entre elas, "Um Amor Para Recordar", "Noites de Tormenta" e "Querido John". Outro nome forte no gênero, para o bem ou para o mal, a saga Crepúsculo, baseada na obra de Stephenie Meyer, sem sombra de dúvida, foi a que mais lucrou, a história dos vampiros apaixonados fez muita gente torcer o nariz, mas ainda possui um grande público, diretores um tanto quanto consagrados estiveram por trás do projeto, como Catherine Hardwicke e Chris Weitz. Outros destaques (mais positivos) estão na lista...

Menções honrosas: "Noites de Tormenta" (2008), "Te Amarei Para Sempre" (2009) e "Um Beijo Roubado" (2007).

Vamos ao TOP 15...


15º. Diário de Uma Paixão (The Notebook, 2004)
de Nick Cassavetes / EUA


Um senhor visita uma senhora todos os dias para contar uma bela história de amor. A história de Noah (Ryan Gosling) e Allie (Rachel McAdams), dois jovens que se apaixonam repentinamente na década de 40, mas que passam por problemas quando a família rica da moça rejeita sua relação com o cara simples e "sem futuro", tudo piora com o início da Segunda Guerra Mundial, que leva Noah como soldado e os separa de vez, ao seu término, se veem como pessoas completamente diferentes, que seguiram outros rumos e possuem outros sonhos, mas mesmo assim tentam redescobrir aquele amor do passado. Baseado na obra de Nicholas Spaks, o longa possui a bela direção de Cassavetes que nos mostra um romance bastante delicado acompanhado pelo charme da década de 40, com bons figurinos e trilha sonora retrô, dois atores jovens mas que na época já mostravam talento, Gosling e McAdams, que possuem uma deliciosa química e juntos deram um dos beijos mais marcantes desta década, sob a cair da chuva, após uma discussão. Possui clichês e nem sempre emociona como deveria, mas ainda assim é um bom exemplo do gênero.



14º. Antes Que Termine o Dia (If Only, 2004)
de Gil Junger / EUA, Inglaterra


O longa possui uma das histórias mais interessantes no gênero romance, que geralmente trás muito do que já se viu, mas aqui, o roteiro viaja mais e nos proporciona grandes momentos. Conhecemos Ian (Paul Nichols), um cara que só pensa na carreira e mal percebe a presença de sua namorada Samantha (Jennifer Love Hewitt), eis que depois de um terrível acidente, tudo muda. Isso porque, Ian acorda em sua cama, no dia anterior ao acidente e percebe que o destino lhe reservou uma segunda chance e passa a agir da maneira como deveria ter agido, fazendo Sam feliz, estando ao lado dela, e passa a fazer de tudo para impedir que o acidente ocorra novamente e continuar tendo a chance de estar com ela. Boa atuação de Love Hewitt, belas locações dignas de um belo filme de romance, história interessante, que nos prende, e que para minha grande surpresa, um final bem surpreendente e bem diferente do usual.



13º. A Casa do Lago (The Lake House, 2006)
de Alejandro Agresti / EUA


Alejandro Agresti é um diretor argentino que depois de uma carreira já consolidada em seu país resolveu se arriscar em Hollywood, e se deu muito bem, pelo menos ao meu ver. O longa conta a inusitada história de Kate (Sandra Bullock) que ao se despedir de sua adorada casa do lago no ano de 2006, deixa um bilhete para o próximo morador, eis que para sua surpresa, recebe uma resposta, vinda de Alex (Keanu Reeves) do ano 2004, o primeiro morador do local. Surpreendidos pela inusitada situação, eles acabam se tornando grandes confidentes através de cartas, suprindo a solidão que ambos sentiam em suas vidas e tentando encontrar maneiras de se encontrarem, atravessando a distância, o tempo e toda a lógica do universo. Roteiro brilhante, criativo, que faz o público refletir, pensar, diferente de quase todas as obras de romance. Filme inteligente, que conta com a boa química de Bullock e Reeves, vale a pena.



12º. Cartas Para Julieta (Letters to Juliet, 2010)
de Gary Winick / EUA

Último trabalho do diretor Gary Winick que faleceu este ano, trás uma bela história de amor que superou um longo período de tempo, repleto de clichês, o longa é a prova de que clichês podem ser positivos. Sophie (Amanda Seyfried) é uma escritora que numa viagem à Itália, descobre as "cartas para julieta" deixadas no suposto muro da Julieta de Shakespeare, cartas de mulheres que viajam até o local falando de suas desilusões amorosas, é onde que ela descobre por acaso a história de Claire (Vanessa Redgrave) que abandonou o amor de sua vida, mas que depois de décadas resolve ir em busca dele, para isso conta com a ajuda da escritora e de seu neto, Charlie, que acaba tendo uma relação com Sophie, apesar das diferenças. História simples, mas bela, que sabe emocionar, encantar, sem fazer muito, que abusa dos clichês do gênero para nos mostrar a trama, mas são muito bem utilizados, resultando numa obra cheia de charme. Conta com as ótimas atuações de Amanda Seyfried e todo seu carisma como protagonista e Vanessa Redgrave.



11º. Antes do Pôr-do-Sol (Before Sunset, 2004)
de Richard Linklater / EUA


Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e continuação do grandioso filme de 1995, "Antes do Amanhecer", o longa conta mais uma vez com as belas atuações de Julie Delpy e Ethan Hawke, 9 anos após o encontro de dois estranhos numa viagem à Europa. O longa nos mostra o reencontro dos dois depois de tantos anos sem se ver, e durante um breve tuor por Paris, eles contam um para o outro os rumos de suas vidas e como se tornaram pessoas tão diferentes quanto sonhavam na juventude e como o primeiro encontro significou tanto para eles. Atuações impecáveis de Delpy e Hawke, direção admirável de Linklater que nos mostra a história como se fosse tempo real. As discussões entre os dois, mais uma vez, é bastante filosófica, e através dos belíssimos diálogos sob o fundo de belas locações, refletimos sobre nossas próprias vidas. Altamente recomendável. [notícias recentes apontam uma nova sequência!!]



10º. Um Amor Para Recordar (A Walk to Remember, 2002)
de Adam Shankman / EUA


Mais uma adaptação de Nicholas Sparks, que se tornou famoso por meio de boca a boca, chegou sem ninguém notar nas prateleiras das locadoras, e hoje é visto como um dos melhores exemplos do gênero para o grande público. Demorei para vê-lo, não acreditava em seu potêncial e achava que seria só mais um filminho de romance, possui lá seus clichês, mas não é só mais um filminho. Conhecemos London (Shane West) um jovem metido a valentão que devido sua má conduta no colégio passa a frequentar um grupo de estudos para crianças carentes, além de participar de um grupo de teatro, é onde conhece Jamie Sullivan (Mandy Moore), uma garota que usa um velho suéter e sempre fora alvo de chacota entre seus amigos, mas aos poucos vai se surpreendendo com a maneira como ela vê o mundo, logo, acaba se apaixando por ela, sem saber que ela tinha uma doença terminal. Daqueles filmes que parecem bobos, mas vão nos surpreendendo ao seu decorrer, emociona com sua delicadeza, cheio de diálogos e cenas memoráveis, conta com atuações seguras de West e Moore, que também solta sua voz na bela trilha sonora, que ainda possui ótimas canções de Switchfoot e New Radicals.



09º. Um Beijo a Mais (The Last Kiss, 2006)
de Tony Goldwyn / EUA


Refilmagem do italiano "O Último Beijo", o longa norte-americano é bastante cool, com uma pegada indie e um elenco admirável, tem uma história interessante onde nos apresenta os complicados relacionamentos de algumas pessoas em uma emocionante trama entrelaçada. Vemos Michael (Zack Braff), noivo de Jenna (Jacinta Barrett), uma mulher perfeita ao mesmo tempo em que trabalha no emprego perfeito, até que conhece uma jovem bem mais nova que ele (Rachel Bilson), é então que passa a refletir sobre os rumos que tomou e se toda essa perfeição é exatamente o que ele espera de sua vida. Enquanto isso, conhecemos a vida amorosa de seus amigos, um casado mas que não consegue paz com sua esposa, um que persegue feito louco a mulher que ama mas que o rejeita, entre outros casos. Boas histórias, muito bem entrelaçadas pelo roteiro esperto e muito bem amarrado. Conta com algumas performances bem memoráveis, destaque para Jacinta Barrett, Casey Affleck, Michael Weston, Blythe Danner e do sempre ótimo Tom Wilkinson. Vale ainda citar a incrível trilha sonora que possui ótimas canções de Snow Patrol, Coldplay, Imogen Heap e Remy Zero.



08º. O Despertar de Uma Paixão (The Painted Viel, 2006)
de John Curran / EUA, China


Belíssimo filme de época que contém belas paisagens e fotografia impecável. A história ocorre na década de 40, onde vive Kitty (Naomi Watts) que não vê sentido nos casamentos em geral, mas se vê obrigada a se casar quando as pessoas ao seu redor passam a cobrar. Se casa sem estar apaixonada com um ótimo partido, o médico Walter Fane (Edward Norton), eles se mudam para Xangai, é onde que ele descobre que ela o trai, como forma de vingança, a obriga viajar com ele para uma pequena vila na China que sofre de uma epidemia forte, mas é lá que Kitty descobre realmente com quem está casada e passa a ver as qualidades deste homem, bondoso, capaz de fazer de tudo para salvar um povo de uma terrível doença. Um filme belo, no visual, mas principalmente em sua história e a maneira como ela é contada, delicado, emocionante, a forma como o casal vai se unindo é inspiradora, daqueles que faz o público torcer por eles. Ótimas atuações de Naomi Watts e Edward Norton e ainda o filme nos proporciona uma incrível trilha sonora vencedora do Globo de Ouro, composta por Alexander Desplat.



07º. Doce Novembro (Sweet November, 2001)
de Pat O'Connor / EUA


Filme que se tornou clássico no gênero romance, não poderia ficar de fora dessa lista. A estranha história de Sara (Charlize Theron) que vive a vida como ninguém, e a cada mês escolhe um estranho para morar com ela, o ajudandando de alguma forma. O escolhido do mês de novembro, acaba sendo Nelson (Keanu Reeves), um publicitário em decadência que aceita o convite e neste mês, finalmente enxerga a vida, todas as coisas boas que estavam ao se redor, mas não via, descobre finalmente o amor, e tenta prolongar este tempo, o problema é que Sara já não tinha mais tempo para ser prolongado, e que havia um motivo para ela viver tão intensamente, pois estes, eram seus últimos dias. História bem simples, mas que consegue envolver o público e emocionar, há belíssimas cenas de romance, daquelas de descongelar os corações mais duros, e um final, digamos, bem triste. Charlize Theron já provando seu enorme talento e surpreendendo em várias cenas, por ela, já vale a pena, e ainda possui boa química com seu parceiro, Reeves.



06º. Apenas Uma Vez (Once, 2006)
de John Carney / Irlanda


Não é bem uma história de amor, há um certo clima de romance, há uma paixão não revelada oficialmente, mas há, e emociona tanto ou até mais que filmes melosos. É na verdade, um musical muito estiloso e de pouco orçamento, que nos mostra a dura rotina de dois moradores de Dublin, um músico de rua (Glen Hansard) e uma vendedora de flores (Markéta Inglová), que acabam se conhecendo, quando ela ao passar pelo local onde ele cantava pede uma música, nisso se revelam gostos em comum. Até que nasce uma grande amizade e ele a chama para gravar um disco, a moça aceita, e em apenas alguns dias, os dois passam a viver apenas de música, além do forte envolvimento entre eles, aproveirando ao máximo a oportunidade, pois depois, cada um seguiria seu rumo, aquilo iria ocorrer apenas uma vez. Um filme pequeno no formato, mas que acaba tendo proporções gigantescas, a cada vez que assisto gosto mais, há na tela, uma belíssima história, a relação dos dois é bonita de se ver e...ouvir. As músicas são fantásticas, que ficam na cabeça, da vencedora do Oscar "Falling Slowly", às ótimas canções "When Your Mind's Made Up", "Lies" e "Trying To Pull Myself Away", entre outras que passaram a fazer parte da minha playlist e de muitas outras pessoas.



05º. O Clã das Adagas Voadoras (Shi Mian Mai Fu, 2004)
de Zhang Yimou / China



Também há ação, um pouco de aventura, com direito a alguns efeitos especiais, mas é o romance que prevalece e é por ele que o filme se tornou tão bom, um romance tão sensível, envolvente, numa trama cheia de reviravoltas surpreendentes. Século IV, onde a Dinastia Tung na China entra em decadência devido a atos rebeldes como os do Clã das Adagas Voadoras, eis que conseguem uma isca para chegarem até este clã, a bela dançarina cega, Mei (a belíssima Zhang Ziyi), e para isso usam um valente soldado que finge salvá-la, aproximando os dois, numa fuga cheia de imprevistos, o que ninguém esperava, é que o soldado acaba se apaixonando pela isca, e por este amor, ele se coloca contra sua própria dinastia. Bom, não darei mais spoillers, mas quem viu sabe que a história vai muito além disso e há inúmeras surpresas durante toda a trama. O amor mostrado na tela é de uma beleza rara, ajudado pela magestral trilha sonora e visual impactante capturados pela direção impecável de Zhang Yimou, simplesmente arrebatador este romance, de grande força, extremamente sensível e inteligente.



04º. Orgulho e Preconceito (Pride & Prejudice, 2005)
de Joe Wright / Inglaterra, França, EUA


Baseado na obra clássica de Jane Austen, o longa conta a história de uma família britânica no século XVIII, onde as 5 irmãs Bennet foram criadas pela fixação da mãe em casamentos, a vida para elas se resumia em encontrar um bom partido e se casarem, diferente apenas para Elizabeth (Keira Knightley) que sonhava um pouca mais alto e via que a vida era muito mais do que ter um marido, eis que conhece o orgulhoso Sr. Darcy (Matthew MacFadyen), com quem passa a troca insultos, mas é nele que descobre uma forte paixão escondida em seus preconceitos. Um ótimo filme de época, direção admirável de Joe Wright, grande revelação no ano em que foi lançado, captura bela imagens em cenas adoráveis, cheia de bons diálogos e boas intenções. Figurinos, cenários, trilha sonora, tudo em perfeito estado, e ainda presenciamos a incrível performance de Keira Knightley que parece ter nascido para o papel.



03º. Johnny & June (Walk The Line, 2005)
de James Malgold / EUA


A cinebiografia do cantor Johnny Cash, talvez, umas das cinebiografias mais incríveis já feita, mas a questão da vez não é essa, além de mostrar o nascimento e os conflitos do cantor no auge do sucesso até sua decadência, o longa nos mostra uma das mais sinceras histórias de amor, a história dele com a mulher que esteve ao seu lado o tempo todo, June Carter, que suportou todos os seus erros, seus defeitos e permaneceu com Cash durante toda sua vida. Aqui, Johnny é interpretado por Joaquin Phoenix, numa performance irretocável, fantástica, e Reese Witherspoon na atuação de sua carreira como June Carter, vencendo o Oscar por ela. É tudo muito incrível ver a história de Johhny, ver por tudo o que ele passou e ver aquela bela moça ao seu lado, suportando tudo, e a maneira como o longa de James Malgold nos mostra esta relação é muito interessante, torcemos por eles, sofremos com eles, e para ajudar ainda temos como pano de fundo as belas canções de Cash.



02º. Closer - Perto Demais (Closer, 2004)
de Mike Nichols / EUA


Difícil escolher entre o primeiro e o segundo, mas isso é besteira, "Closer" poderia muito bem estar em primeiro, está aqui só por uma questão de organização. Sim, é um dos meus filmes prediletos!

Na trama, conhecemos quatro adultos, o escritor Dan (Jude Law), a fotógrafa Anna (Julia Roberts), o médico Larry (Clive Owen) e a stripper Alice Ayres (Natalie Portman). Ao som de "Blower's Daughter" de Damien Rice, vemos Alice caminhando, pronta para mudar vidas, é quando conhece Dan, com que se apaixona loucamente, e durante quatro anos de relação, ele escreve uma história sobre os dois, ao publicar seu livro, conhece a fotógrafa, com quem flerta, mas falha, e como vingança, lhe apresenta um médico idiota, o que falha mais uma vez, pois Larry e Anna acabam ficando juntos. Por outro lado, Anna passa a ser amante de Dan. E no meio desses encontros e desencontros, estava aquela que mais amara, que mais sofrera, que dera início a tudo, que veio do nada, Alice Ayres, sem identidade, sem passado, sem futuro.

É difícil comentar sobre este filme, sou suspeito para isso, o acho perfeito, simplesmente. Uma história de amor jamais contada, de uma maneira jamais feita, tudo ocorre de forma extremamente sincera, direta, objetiva, o amor da forma mais crua possível, sem rodeios, sem clichês, diálogos memoráveis em cenas memoráveis, há uma maturidade que poucos filmes alcançaram, há verdade, e há tanto humanismo presente nas personagens tão bem escritas e tão bem interpretadas por quatro atores fantásticos. Destaque para Natalie Portman, pra mim, por mais que todos discordem, no papel de sua carreira. Imperdível.



01º. Moulin Rouge - Amor em Vermelho (Moulin Rouge, 2001)
de Bazz Luhrmann / EUA


Bom, para começar, o melhor musical que já vi na vida, nenhum outro conseguiu superá-lo. Faz 10 anos desde seu lançamento e ainda parece atual, um filme marcante que marcou época, o vejo, hoje, como uma obra-prima.

Vemos ao som de músicas modernas, uma Paris da Belle Époque, rodeada de boemios e revolucionários, é onde se instala o jovem sonhador Christian (Ewan McGregor), que acaba se envolvendo numa companhia de Teatro financiada por Ziddler (Jim Broadbent) que também é dono do Moulin Rouge, uma boate onde circula as mais belas cortesãs, além das drogas, sexo, muita cor e can-can. É onde Christian conhece Satine (Nicole Kidman), a mais bonita e mais encantadora cortesã do local, e acaba se apaixonando por ela, mesmo ela avisando sobre as limitações de sua "profissão", e ao som de músicas como "Your Song", "One Day I'll Fly Away" e "Elephant Love Medley", nos apaixonamos pelo romance dos dois, que passam por inúmeros conflitos, mas ficamos na torcida, nos envolvemos, e somos tocados pela magia de Moulin Rouge.

Bazz Luhrmann nos mostra um cinema inventivo, experimental, que mistura fantasia e realidade, nos mostra um cinema poucas vezes visto, um cinema de extrema qualidade, daqueles que esquecemos completamente nossa vida e quando termina é simplesmente difícil voltar para a realidade. Um romance marcante e muito bem realizado.

Especial - Os Melhores da Década
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4 comentários:

  1. Excelente lista. Fiquei torcendo para ver se estaria, aqui, "Desejo e Reparação". O livro e o filme são belíssimos.

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  2. Concordo com o maxwell. "Desejo e reparação" me fez chorar litros.

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  3. Ah, sim...
    eu tinha pensado em "Desejo e Reparação", q eh
    um filme q tbm gosto mto...
    mas eh q, analizando bem, achei q não se encaixava exatamente no gênero romance...
    pois o "romance" do filme não é o foco da história...
    O foco era mais Bryone Tallis e o ponto d vista dela sobre as coisas!
    O vejo mais como um drama msm, do q um romance puro!

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  4. todos os filmes devem ser bons mas cartas para julieta não tem filme romantico que barre!!!!!!

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